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Revelao e Cura

AUTHOR Ribeiro Salomo, Margarete; Ribeiro Salomao, Margarete
PUBLISHER Independently Published (05/06/2019)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
Nosso encontro conosco raro, embora pare a uma afirma o paradoxal.O agora quem somos. O passado n o existe mais e o futuro tamb m n o. N o obstante, temos deixado nossos pensamentos nos conduzirem para o passado que n o e para o futuro que tamb m n o .N o somos as constantes vozes em nossas cabe as -- ora a narrarem acontecimentos passados, ora a se mostrarem compungidas de remorsos pelo passado irreal. O agora a presen a da vida, a qual pulsa a cada momento. Ele a presen a pura ou a presen a de Deus em n s. Portanto, n o h possibilidade de n o ser bom, n o havendo necessidade de fugirmos dele. Contudo, n o sabemos, mas fazemos qualquer coisa para n o o presenciarmos. Lembran as de epis dios infelizes do passado, remorsos de brigas com filhos pequenos, atitudes do passado das quais nos arrependemos, nada real. A libertadora verdade que s o nada . Falo daquele "nada" que percebemos na profundidade abissal de n s mesmos. Quando chegarmos ao n cleo de quem somos, ficaremos expandidos, tornando-nos perme veis audi o dos sons, vindos de todas as dire es. A vivacidade de nossos sentidos, incluindo a audi o, s vezes, pode nos levar a atribuir como inc modo o estridente ru do do tr nsito e dos vizinhos. Pontuo, aqui, tratar-se da expans o resultante de nosso apaziguamento interno. Quando nos soltarmos das bordas de nosso egocentrismo, n o cairemos no vazio interior, ao contr rio, flutuaremos atrav s da expans o do ser. bom nos lembrarmos de que todos os tipos de pensamentos sejam ladr es de nossa pr pria vida, ou do agora, ou da presen a de Deus em n s, pois os tr s significam a mesma e nica verdade. O ato de pensar parte de n s, sendo necess rio o nosso estado alerta, para n o nos deixarmos chegar ao ponto de termos roubada a nossa pr pria vida ou presen a no agora, a qual tamb m Deus.Nosso estar terrestre ganhar leveza e fluidez, quando mantivermos presente a consci ncia de que somos passageiros desse tempo. O temor de um encontro conosco origina o conhecido t dio, daqueles dias envoltos em calmaria. N o reconhecemos no per odo vazio um tipo de abertura, a qual nos permitiria o "olhar" para nossa identidade essencial. As aspas querem demonstrar que n o falamos do olhar, mas de um estado alerta de sil ncio e escuta total. Entretanto, incont veis vezes a cada dia, repetimos a mesma rota de fuga de n s mesmos. Quando reconhecermos nosso entorpecimento, poderemos escolher o despertar. H 2.000 anos, Jesus disse que desconhecemos a verdade.Ainda n o podemos perceber que o passado esteja se repetindo, desde os prim rdios das civiliza es. Nosso automatismo nos impede o acesso ao instante zero. N o sabemos, mas aquilo que temos denominado "agora" mero recome o de mesmo padr o inconsciente, revestido de camadas de auto idealiza es ilus rias. Nossas aquisi es tecnol gicas acentuam nosso estado semiadormecido. Podemos observar a facilita o que a tecnologia tem conferido nossa busca por afastamento de quem somos. Um tipo de cortina parece encobrir 99% de nossa totalidade, ao nosso pr prio olhar. Ocasionalmente, de maneira fugaz, notamos nosso modo estereotipado e, ent o, usamos a express o "D j Vu", para o epis dio autoperceptivo.Nossos corpos compostos de elementos qu micos estelares s o ve culos que aterrissam nossas almas imortais. Desconhecedores de nossa amplitude, temos nos identificado gan ncia, mesmo quando ela seja por salva o pessoal. Nossa aparente trag dia a inconsci ncia de n s, deixando-nos impress es de vulnerabilidade, inseguran a, car ncia e imperfei o. O desejo de liberta o do medo de perecimento crescente. Parecem apenas coincid ncias ou sincronismos existenciais, mas fato que impress es de limita o inerentes nossa manifesta o no mundo material nos proporcionem autoconhecimento, permitindo-nos a sabedoria de nossa vastid o. Afinal, como sabe
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9781097165919
ISBN-10: 1097165914
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
More Product Details
Page Count: 324
Carton Quantity: 22
Product Dimensions: 5.98 x 0.73 x 9.02 inches
Weight: 1.05 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Self-Help | Affirmations
Self-Help | Emotions
Descriptions, Reviews, Etc.
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Nosso encontro conosco raro, embora pare a uma afirma o paradoxal.O agora quem somos. O passado n o existe mais e o futuro tamb m n o. N o obstante, temos deixado nossos pensamentos nos conduzirem para o passado que n o e para o futuro que tamb m n o .N o somos as constantes vozes em nossas cabe as -- ora a narrarem acontecimentos passados, ora a se mostrarem compungidas de remorsos pelo passado irreal. O agora a presen a da vida, a qual pulsa a cada momento. Ele a presen a pura ou a presen a de Deus em n s. Portanto, n o h possibilidade de n o ser bom, n o havendo necessidade de fugirmos dele. Contudo, n o sabemos, mas fazemos qualquer coisa para n o o presenciarmos. Lembran as de epis dios infelizes do passado, remorsos de brigas com filhos pequenos, atitudes do passado das quais nos arrependemos, nada real. A libertadora verdade que s o nada . Falo daquele "nada" que percebemos na profundidade abissal de n s mesmos. Quando chegarmos ao n cleo de quem somos, ficaremos expandidos, tornando-nos perme veis audi o dos sons, vindos de todas as dire es. A vivacidade de nossos sentidos, incluindo a audi o, s vezes, pode nos levar a atribuir como inc modo o estridente ru do do tr nsito e dos vizinhos. Pontuo, aqui, tratar-se da expans o resultante de nosso apaziguamento interno. Quando nos soltarmos das bordas de nosso egocentrismo, n o cairemos no vazio interior, ao contr rio, flutuaremos atrav s da expans o do ser. bom nos lembrarmos de que todos os tipos de pensamentos sejam ladr es de nossa pr pria vida, ou do agora, ou da presen a de Deus em n s, pois os tr s significam a mesma e nica verdade. O ato de pensar parte de n s, sendo necess rio o nosso estado alerta, para n o nos deixarmos chegar ao ponto de termos roubada a nossa pr pria vida ou presen a no agora, a qual tamb m Deus.Nosso estar terrestre ganhar leveza e fluidez, quando mantivermos presente a consci ncia de que somos passageiros desse tempo. O temor de um encontro conosco origina o conhecido t dio, daqueles dias envoltos em calmaria. N o reconhecemos no per odo vazio um tipo de abertura, a qual nos permitiria o "olhar" para nossa identidade essencial. As aspas querem demonstrar que n o falamos do olhar, mas de um estado alerta de sil ncio e escuta total. Entretanto, incont veis vezes a cada dia, repetimos a mesma rota de fuga de n s mesmos. Quando reconhecermos nosso entorpecimento, poderemos escolher o despertar. H 2.000 anos, Jesus disse que desconhecemos a verdade.Ainda n o podemos perceber que o passado esteja se repetindo, desde os prim rdios das civiliza es. Nosso automatismo nos impede o acesso ao instante zero. N o sabemos, mas aquilo que temos denominado "agora" mero recome o de mesmo padr o inconsciente, revestido de camadas de auto idealiza es ilus rias. Nossas aquisi es tecnol gicas acentuam nosso estado semiadormecido. Podemos observar a facilita o que a tecnologia tem conferido nossa busca por afastamento de quem somos. Um tipo de cortina parece encobrir 99% de nossa totalidade, ao nosso pr prio olhar. Ocasionalmente, de maneira fugaz, notamos nosso modo estereotipado e, ent o, usamos a express o "D j Vu", para o epis dio autoperceptivo.Nossos corpos compostos de elementos qu micos estelares s o ve culos que aterrissam nossas almas imortais. Desconhecedores de nossa amplitude, temos nos identificado gan ncia, mesmo quando ela seja por salva o pessoal. Nossa aparente trag dia a inconsci ncia de n s, deixando-nos impress es de vulnerabilidade, inseguran a, car ncia e imperfei o. O desejo de liberta o do medo de perecimento crescente. Parecem apenas coincid ncias ou sincronismos existenciais, mas fato que impress es de limita o inerentes nossa manifesta o no mundo material nos proporcionem autoconhecimento, permitindo-nos a sabedoria de nossa vastid o. Afinal, como sabe
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