Diablica: Anlise e Descrio de Perfil da Mulher Maquiavlica
| AUTHOR | Marques, Daniel |
| PUBLISHER | Draft2digital (01/18/2015) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
De acordo com a World Health Organization, mais de 20% da popula o mundial sofre de dist rbios mentais. Estes resultados podem variar, de acordo com a localiza o geogr fica, nomeadamente, se considerarmos os EUA, onde a percentagem atinge os 35% de casos diagnosticados. Resta-nos saber qual a percentagem de casos n o diagnosticados, bem como a gravidade da situa o para os casos de pessoas que, aparentemente, est o integradas na sociedade, mas sofrem de dist rbios mentais. dif cil de identificar tais indiv duos, quando a patologia que escondem os conduz a desenvolver habilidades sociais do tipo psicop tico. Muitas das pessoas que nos fazem sofrer ao longo da vida, encontram-se dentro desta percentagem de casos graves, que recusam internamento ou qualquer outra forma de terapia.Os estere tipos sociais, fazem-nos crer que tais indiv duos possuem uma apar ncia distinta ou que se isolam da maioria. Mas, na verdade, trata-se do oposto. Muitas vezes, estas pessoas possuem uma apar ncia normal, bem como cuidados extra para se poderem integrar com facilidade em qualquer grupo, e, acima de tudo, concentram grande parte do seu tempo e energia a controlar os outros. Como refere o mundialmente famoso psiquiatra Scott Peck, "existem pessoas m s" e "o assunto deveria ser pesquisado e estudado. Antes que seja tarde demais, devemos estudar o assunto e saber quem o nosso inimigo".O termo maquiav lica, aplica-se aqui para situa es em que os dist rbios mentais possuem uma inten o claramente diab lica e destrutiva. Fazendo uso de t cnicas cientificas e do resultado duma investiga o com uma vasta equipa de especialistas, esta obra descreve de que modo tais personalidades controlam os outros e quais as t cnicas mais comuns que usam para atingir os seus prop sitos. Os resultados aqui apresentados fazem s ntese dum conjunto vast ssimo de t cnicas de recolha de dados, entre as quais, o rastreamento de chamadas telef nicas, acesso caixa de email e IP duma agressora, detectores eletr nicos do grau de mentira nas chamadas telef nicas para a v tima (o qual colaborava com a equipa de especialistas ao realizar perguntas espec ficas), durante meses, numa base di ria, at se obter a totalidade das informa es recolhidas.J a equipa em si, que colaborou na recolha de toda a informa o exposta na obra, inclu a um conjunto vast ssimo de colaboradores, nas mais variadas reas, nomeadamente, uma empresa de detectives especializados em interven es no plano internacional, hackers contratados, psic logos, e at mesmo videntes.Quando comparamos a an lise de todos estes especialistas com as palavras do exemplo em causa, parecer inacredit vel estarmos a referir-nos mesma pessoa e, apesar de tudo, prova o quanto habilidosas tais personalidades diab licas s o no engano, na decep o e na manipula o dos outros para atingir os seus pr prios, sempre destrutivos, fins.Que esta obra sirva de exemplo para que n o mais estes dem nios se possam esconder entre n s, e, pelo contr rio, sejam vistos como aquilo que s o, indiv duos, homens e mulheres, profundamente doentes e carecendo de tratamento psiqui trico. A maldade , e deve ser vista, como uma doen a mental perigosa.
De acordo com a World Health Organization, mais de 20% da popula o mundial sofre de dist rbios mentais. Estes resultados podem variar, de acordo com a localiza o geogr fica, nomeadamente, se considerarmos os EUA, onde a percentagem atinge os 35% de casos diagnosticados. Resta-nos saber qual a percentagem de casos n o diagnosticados, bem como a gravidade da situa o para os casos de pessoas que, aparentemente, est o integradas na sociedade, mas sofrem de dist rbios mentais. dif cil de identificar tais indiv duos, quando a patologia que escondem os conduz a desenvolver habilidades sociais do tipo psicop tico. Muitas das pessoas que nos fazem sofrer ao longo da vida, encontram-se dentro desta percentagem de casos graves, que recusam internamento ou qualquer outra forma de terapia.Os estere tipos sociais, fazem-nos crer que tais indiv duos possuem uma apar ncia distinta ou que se isolam da maioria. Mas, na verdade, trata-se do oposto. Muitas vezes, estas pessoas possuem uma apar ncia normal, bem como cuidados extra para se poderem integrar com facilidade em qualquer grupo, e, acima de tudo, concentram grande parte do seu tempo e energia a controlar os outros. Como refere o mundialmente famoso psiquiatra Scott Peck, "existem pessoas m s" e "o assunto deveria ser pesquisado e estudado. Antes que seja tarde demais, devemos estudar o assunto e saber quem o nosso inimigo".O termo maquiav lica, aplica-se aqui para situa es em que os dist rbios mentais possuem uma inten o claramente diab lica e destrutiva. Fazendo uso de t cnicas cientificas e do resultado duma investiga o com uma vasta equipa de especialistas, esta obra descreve de que modo tais personalidades controlam os outros e quais as t cnicas mais comuns que usam para atingir os seus prop sitos. Os resultados aqui apresentados fazem s ntese dum conjunto vast ssimo de t cnicas de recolha de dados, entre as quais, o rastreamento de chamadas telef nicas, acesso caixa de email e IP duma agressora, detectores eletr nicos do grau de mentira nas chamadas telef nicas para a v tima (o qual colaborava com a equipa de especialistas ao realizar perguntas espec ficas), durante meses, numa base di ria, at se obter a totalidade das informa es recolhidas.J a equipa em si, que colaborou na recolha de toda a informa o exposta na obra, inclu a um conjunto vast ssimo de colaboradores, nas mais variadas reas, nomeadamente, uma empresa de detectives especializados em interven es no plano internacional, hackers contratados, psic logos, e at mesmo videntes.Quando comparamos a an lise de todos estes especialistas com as palavras do exemplo em causa, parecer inacredit vel estarmos a referir-nos mesma pessoa e, apesar de tudo, prova o quanto habilidosas tais personalidades diab licas s o no engano, na decep o e na manipula o dos outros para atingir os seus pr prios, sempre destrutivos, fins.Que esta obra sirva de exemplo para que n o mais estes dem nios se possam esconder entre n s, e, pelo contr rio, sejam vistos como aquilo que s o, indiv duos, homens e mulheres, profundamente doentes e carecendo de tratamento psiqui trico. A maldade , e deve ser vista, como uma doen a mental perigosa.
