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Caminhos Da Humanização E Da Emancipação Intelectual

AUTHOR Da Costa, Cleberson Eduardo
PUBLISHER Createspace Independent Publishing Platform (09/01/2012)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
"CAMINHOS DA HUMANIZA O & DA EMANCIPA O INTELECTUAL" nasceu a partir de uma releitura, nasceu a partir da necessidade de se dar um novo sentido ao paradoxo existente entre o pensamento de dois grandes fil sofos: Arist teles, pensador de origem Maced nica, disc pulo divergente de Plat o, da Gr cia antiga, (a.c); e Jean Paul Sartre (1905-1980) fil sofo existencialista do s culo XX. Epistemologicamente, tal problem tica est situada entre duas distintas teorias dos ser: A de Arist teles, centrada nas concep es do Ato e da Pot ncia, caracterizadas nas finalidades do ser, ou seja, do que o ser pode vir a ser a partir do que se ; E a concep o de Sartre, contr ria a de Arist teles, que preconiza que o ser o que , ou seja, que n o um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma condi o humana. O novo sentido, a releitura, consiste exatamente num estudo mais aprofundado, especificamente no que diz respeito s concep es Aristot licas de homem, em que se vislumbra, descobre-se, dois diferentes sentidos para o termo finalidade: O primeiro como objetivo (alvo a ser alcan ado); O segundo como fim a que algo se destina (predetermina o). O que se desvenda que, todos os outros seres, na teoria do Ato e da Pot ncia de Arist teles, diferentemente do homem, est o concebidos como sendo seres irracionais, e, portanto, dentro de uma concep o de finalidade, pela natureza, determinista ou pr -determinista. Todavia, quanto ao homem, h uma finalidade, mas n o como predetermina o, e sim como alvo a ser atingido. Ou seja, existe algo em aberto, um "que fazer" humano, uma condi o que precisa ser atingida para que o homem se torne homem de fato, muito al m dele simplesmente nascer homem, crescer e morrer. Arist teles definia o homem como um ser racional por natureza (mas como alvo a ser alcan ado e n o no sentido de determina o) e considerava a atividade racional, o ato de pensar, como a ess ncia dessa dita finalidade, isto , como o poder viver de acordo com a sua raz o. Dizia ele que, para ser feliz, para realizar-se enquanto homem, essa raz o deveria comandar os atos da sua conduta tica, orientando-o na pr tica da virtude.
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9781479240685
ISBN-10: 1479240680
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
More Product Details
Page Count: 168
Carton Quantity: 46
Product Dimensions: 6.00 x 0.36 x 9.00 inches
Weight: 0.51 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Philosophy, Theory & Social Aspects
Descriptions, Reviews, Etc.
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"CAMINHOS DA HUMANIZA O & DA EMANCIPA O INTELECTUAL" nasceu a partir de uma releitura, nasceu a partir da necessidade de se dar um novo sentido ao paradoxo existente entre o pensamento de dois grandes fil sofos: Arist teles, pensador de origem Maced nica, disc pulo divergente de Plat o, da Gr cia antiga, (a.c); e Jean Paul Sartre (1905-1980) fil sofo existencialista do s culo XX. Epistemologicamente, tal problem tica est situada entre duas distintas teorias dos ser: A de Arist teles, centrada nas concep es do Ato e da Pot ncia, caracterizadas nas finalidades do ser, ou seja, do que o ser pode vir a ser a partir do que se ; E a concep o de Sartre, contr ria a de Arist teles, que preconiza que o ser o que , ou seja, que n o um ser fechado em si, em uma natureza, mas aberto para uma condi o humana. O novo sentido, a releitura, consiste exatamente num estudo mais aprofundado, especificamente no que diz respeito s concep es Aristot licas de homem, em que se vislumbra, descobre-se, dois diferentes sentidos para o termo finalidade: O primeiro como objetivo (alvo a ser alcan ado); O segundo como fim a que algo se destina (predetermina o). O que se desvenda que, todos os outros seres, na teoria do Ato e da Pot ncia de Arist teles, diferentemente do homem, est o concebidos como sendo seres irracionais, e, portanto, dentro de uma concep o de finalidade, pela natureza, determinista ou pr -determinista. Todavia, quanto ao homem, h uma finalidade, mas n o como predetermina o, e sim como alvo a ser atingido. Ou seja, existe algo em aberto, um "que fazer" humano, uma condi o que precisa ser atingida para que o homem se torne homem de fato, muito al m dele simplesmente nascer homem, crescer e morrer. Arist teles definia o homem como um ser racional por natureza (mas como alvo a ser alcan ado e n o no sentido de determina o) e considerava a atividade racional, o ato de pensar, como a ess ncia dessa dita finalidade, isto , como o poder viver de acordo com a sua raz o. Dizia ele que, para ser feliz, para realizar-se enquanto homem, essa raz o deveria comandar os atos da sua conduta tica, orientando-o na pr tica da virtude.
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