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O Empreendedor-Alquimista
| AUTHOR | Da Costa, Cleberson Eduardo |
| PUBLISHER | Createspace Independent Publishing Platform (03/11/2014) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Quais rela es podem haver entres os Empreendedores, os antigos Alquimistas e os Artistas? Inicialmente, pode-se dizer que: "Prosperidade, de fato, n o algo que se compra, mas aquilo que se cria, pela sabedoria e pela criatividade, em nome e/ou movido pelo amor..."A sabedoria, capacidade, habilidade e/ou compet ncia para transformar coisas sem valor em outras com alto valor agregado (ferramentas, utens lios para a ca a, pesca, obras de arte, etc.), desde os tempos antigos, depois de descobertas, foram desenvolvidas pelos homens n o somente como algo que, por gerar-lhes prazer e satisfa o, quando exercitada ou contemplada, faziam-lhes se sentirem cada vez mais humanos (no caso das artes ditas n o utilit rias), mas, tamb m, por causa da necessidade constante de transforma o de objetos brutos e/ou toscos da natureza em outros, fossem estes para poderem se defender de poss veis predadores ou n o, incluindo-se a o homem, na condi o de lobo do pr prio homem.Ou seja, a arte, enquanto capacidade criativa e/ou habilidade para poder transformar objetos aparentemente in teis em outros com valor agregado, fossem eles ditos utilit rios ou apenas contemplativos, configurou-se e, ainda hoje, alvorecer do s c. XXI, configura-se, mesmo em meio tirania da industrializa o, como o verdadeiro meio e/ou caminho para a cria o de real prosperidade.Esse livro procurar - de uma forma did tica, epistemologicamente fundamentada, e ao mesmo tempo pr tico-objetiva - fundamentar-nos para que possamos desenvolver, enquanto seres sociais: 1-As nossas capacidades criativas;2-As nossas capacidades de - por meio da transforma o e cria o art stica - criarmos tamb m prosperidade.Na unidade I, discorreremos sobre as rela es entre o Empreendedor, o Alquimista e os Artistas, no que se refere ao desenvolvimento da arte de transformar coisas ditas sem valores espec ficos, em outras, com alto valor agregado.Na unidade II, discorreremos sobre a arte, na sua completude e tamb m sobre a fun o social do artista. Na unidade III, que a do ep logo, de forma cr tica, discorreremos sobre os processos de transforma o do "homo intelectos" em "homo faber" nas sociedades capitalistas p s-modernas, erguidas estas, j a partir da modernidade, sob as bases de Descartes, culminando nos processo de divis o do trabalho e na tr gica deforma o do trabalhador, tirando-o da condi o de artista (artes o) e colocando-o na de prolet rio (escravo assalariado do capital).Esperamos que esse livro possa contribuir forma o de uma gera o mais cr tica, mais humanizada, mais aut noma intelectualmente e, nesse sentido, tamb m capaz de lutar, atrav s da cria o de prosperidade, por meio do exerc cio pleno da arte, pela conquista das suas inclus es socioecon micas, ainda que se acredite que mudan as significativas a respeito da "quest o social" precisem, no sentido macro, ser fruto de a es propriamente coletivas, isto , alcan adas por meio da participa o pol tica, culminando-se na cria o de pol ticas p blicas que caminhem nessa dire o.O autor
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781497321106
ISBN-10:
1497321107
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
116
Carton Quantity:
68
Product Dimensions:
5.98 x 0.24 x 9.02 inches
Weight:
0.36 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Business & Economics | Small Business - General
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
Quais rela es podem haver entres os Empreendedores, os antigos Alquimistas e os Artistas? Inicialmente, pode-se dizer que: "Prosperidade, de fato, n o algo que se compra, mas aquilo que se cria, pela sabedoria e pela criatividade, em nome e/ou movido pelo amor..."A sabedoria, capacidade, habilidade e/ou compet ncia para transformar coisas sem valor em outras com alto valor agregado (ferramentas, utens lios para a ca a, pesca, obras de arte, etc.), desde os tempos antigos, depois de descobertas, foram desenvolvidas pelos homens n o somente como algo que, por gerar-lhes prazer e satisfa o, quando exercitada ou contemplada, faziam-lhes se sentirem cada vez mais humanos (no caso das artes ditas n o utilit rias), mas, tamb m, por causa da necessidade constante de transforma o de objetos brutos e/ou toscos da natureza em outros, fossem estes para poderem se defender de poss veis predadores ou n o, incluindo-se a o homem, na condi o de lobo do pr prio homem.Ou seja, a arte, enquanto capacidade criativa e/ou habilidade para poder transformar objetos aparentemente in teis em outros com valor agregado, fossem eles ditos utilit rios ou apenas contemplativos, configurou-se e, ainda hoje, alvorecer do s c. XXI, configura-se, mesmo em meio tirania da industrializa o, como o verdadeiro meio e/ou caminho para a cria o de real prosperidade.Esse livro procurar - de uma forma did tica, epistemologicamente fundamentada, e ao mesmo tempo pr tico-objetiva - fundamentar-nos para que possamos desenvolver, enquanto seres sociais: 1-As nossas capacidades criativas;2-As nossas capacidades de - por meio da transforma o e cria o art stica - criarmos tamb m prosperidade.Na unidade I, discorreremos sobre as rela es entre o Empreendedor, o Alquimista e os Artistas, no que se refere ao desenvolvimento da arte de transformar coisas ditas sem valores espec ficos, em outras, com alto valor agregado.Na unidade II, discorreremos sobre a arte, na sua completude e tamb m sobre a fun o social do artista. Na unidade III, que a do ep logo, de forma cr tica, discorreremos sobre os processos de transforma o do "homo intelectos" em "homo faber" nas sociedades capitalistas p s-modernas, erguidas estas, j a partir da modernidade, sob as bases de Descartes, culminando nos processo de divis o do trabalho e na tr gica deforma o do trabalhador, tirando-o da condi o de artista (artes o) e colocando-o na de prolet rio (escravo assalariado do capital).Esperamos que esse livro possa contribuir forma o de uma gera o mais cr tica, mais humanizada, mais aut noma intelectualmente e, nesse sentido, tamb m capaz de lutar, atrav s da cria o de prosperidade, por meio do exerc cio pleno da arte, pela conquista das suas inclus es socioecon micas, ainda que se acredite que mudan as significativas a respeito da "quest o social" precisem, no sentido macro, ser fruto de a es propriamente coletivas, isto , alcan adas por meio da participa o pol tica, culminando-se na cria o de pol ticas p blicas que caminhem nessa dire o.O autor
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