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Quem Disse que os Ricos nao Entrarao no Ceu?: O Basico que Voce Precisa Saber Para Ser um Incluido Social
| AUTHOR | Da Costa, Cleberson Eduardo |
| PUBLISHER | Createspace Independent Publishing Platform (02/11/2016) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
IAgir por meio de crenas agir irracionalmente. No se confunda, todavia, nem de longe, um estado de crena com um estado de f. A f, ao contrrio da crena, positiva: " a certeza das coisas que se esperam; e tambm a certeza e/ou confiana nas coisas que no se veem". O filsofo Kierkegaard, por exemplo, dizia que a f, diferentemente da crena, o estgio mais elevado da ao humana, porque a nica que, transcendendo at mesmo a moral, permite ao ser humano dar um "salto no escuro". Em outras palavras, o que se quer dizer que, em pleno sc. XXI (tempo de disparates, violncias, intolerncias e injustias), ainda precisamos reafirmar a complexidade do bvio: "crenas (no confundir-se nunca com a f) so dogmas e, dogmas, embora muitos no saibam, so o mesmo que regras alienadas de ao".IIExistem, hoje, nas sociedades capitalistas ocidentais ps-modernas, variadas formas de alienao e, uma delas, certamente a mais crucial, aquela que est dada entre a populao de ditos pobres e/ou indivduos de classe mdia baixa, uma vez que, sedimentada em mitos ou formas dogmticas de pensar, sentir e agir (crenas), fazem com que os mesmos coloquem-se, alm de quase sempre na condio de refns ou de fantoches do capitalismo selvagem, tambm como incapazes de lutarem para superar as suas excluses sociais. IIO livro, embora talvez parea a alguns, no contrrio ideia de que o capitalismo selvagem um fabricante diuturno e sistemtico da excluso social. Todavia, mais preocupado em trazer solues do que propriamente tecer crticas ao mesmo, defende a ideia de que, alm da excluso externa (provocada pelo capitalismo), existe tambm outra que interna, ou seja, diretamente causada e perpetuada em muitos por nutrirem estes formas dogmticas ou alienadas de pensar (crenas), agir e sentir em relao pobreza e riqueza. A obra, nesse sentido, prope-se a, alm de quebrar dogmas e/ou crenas: 1-Mudar radicalmente a nossa forma de pensar e/ou encarar os sentidos que at hoje tm sido dados pobreza e riqueza; 2-Dar-nos condies intelectuais, epistemologicamente fundamentadas, para podermos no somente resistir aos processos de excluso social, mas tambm conquistarmos a nossa felicidade financeira.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781530003570
ISBN-10:
1530003571
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
118
Carton Quantity:
68
Product Dimensions:
6.00 x 0.25 x 9.00 inches
Weight:
0.37 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Finance
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
IAgir por meio de crenas agir irracionalmente. No se confunda, todavia, nem de longe, um estado de crena com um estado de f. A f, ao contrrio da crena, positiva: " a certeza das coisas que se esperam; e tambm a certeza e/ou confiana nas coisas que no se veem". O filsofo Kierkegaard, por exemplo, dizia que a f, diferentemente da crena, o estgio mais elevado da ao humana, porque a nica que, transcendendo at mesmo a moral, permite ao ser humano dar um "salto no escuro". Em outras palavras, o que se quer dizer que, em pleno sc. XXI (tempo de disparates, violncias, intolerncias e injustias), ainda precisamos reafirmar a complexidade do bvio: "crenas (no confundir-se nunca com a f) so dogmas e, dogmas, embora muitos no saibam, so o mesmo que regras alienadas de ao".IIExistem, hoje, nas sociedades capitalistas ocidentais ps-modernas, variadas formas de alienao e, uma delas, certamente a mais crucial, aquela que est dada entre a populao de ditos pobres e/ou indivduos de classe mdia baixa, uma vez que, sedimentada em mitos ou formas dogmticas de pensar, sentir e agir (crenas), fazem com que os mesmos coloquem-se, alm de quase sempre na condio de refns ou de fantoches do capitalismo selvagem, tambm como incapazes de lutarem para superar as suas excluses sociais. IIO livro, embora talvez parea a alguns, no contrrio ideia de que o capitalismo selvagem um fabricante diuturno e sistemtico da excluso social. Todavia, mais preocupado em trazer solues do que propriamente tecer crticas ao mesmo, defende a ideia de que, alm da excluso externa (provocada pelo capitalismo), existe tambm outra que interna, ou seja, diretamente causada e perpetuada em muitos por nutrirem estes formas dogmticas ou alienadas de pensar (crenas), agir e sentir em relao pobreza e riqueza. A obra, nesse sentido, prope-se a, alm de quebrar dogmas e/ou crenas: 1-Mudar radicalmente a nossa forma de pensar e/ou encarar os sentidos que at hoje tm sido dados pobreza e riqueza; 2-Dar-nos condies intelectuais, epistemologicamente fundamentadas, para podermos no somente resistir aos processos de excluso social, mas tambm conquistarmos a nossa felicidade financeira.
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