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A Revoluo Verde: Uma crtica ao ecofundamentalismo atual e de como essa nova faceta coletivista ameaa as liberdades individuais e j e

AUTHOR Guieiro, Noe Amos
PUBLISHER Independently Published (09/28/2019)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
Parece que h uma revolu o em marcha, silenciosa e talvez mais poderosa do que as anteriores - uma Revolu o verde. Agora o n s, os verdinhos, contra os negacionistas da interfer ncia humana no clima.Esta revolu o mais poderosa porque se imp e difundindo medo do futuro, com discurso escatol gico (em que os sinais evidentes seriam qualquer tsunami, maremoto ou escassez de gua por altera o no regime de chuvas), difundindo a culpa, justificando que temos de mudar h bitos, como, por exemplo, eliminar a dieta carn vora, e jogando diante de nossos olhos a pr pria natureza do futuro, que a de ser incerto.Isso s mostra para n s que o comunismo n o morreu: ele se metamorfoseia para continuar existindo. E comunistas n o t m preocupa o com coer ncia, mas com o poder pelo poder.O fracasso inicial da Revolu o de 1917 j o refutou na pr tica, quando, sob a administra o de L nin, a R ssia sofreu uma r pida deteriora o econ mica, j prevista por Mises ao abordar o problema do c lculo econ mico no Socialismo. Lembremos da velha m xima leninista: "Precisamos dar um passo atr s para dar dois frente". Ele teve de devolver as propriedades, para arranc -las por meio de altos impostos e chantagens aos capitalistas compadres. Embora tenha ficado no socialismo, que o m ximo que uma economia suporta por algum tempo, o desejo comunista uma patologia que nunca abandona a mente dos totalit rios.A Revolu o sovi tica inspirou a Revolu o cubana, chinesa e norte-coreana, nos moldes marxistas, com a m xima do n s, os trabalhadores, contra os patr es.O fracasso dessas revolu es, como sabemos, orientou a milit ncia coletivista para novas t ticas, como o gramcismo e o marxismo cultural, mas essas novas formas de luta, apesar de terem tido sucesso, tanto quanto as que se deram por guerrilha, parecem tamb m ter seus dias contados, e disso d prova a onda conservadora que emergiu, especialmente na figura de Donald Trump, para ficar no l der da principal pot ncia do mundo.Mas, em sil ncio, e debaixo dessa espuma, h uma revolu o verde acontecendo e, como vers o gramscista, ela come a nas escolas, universidades, partidos pol ticos, no ativismo de ONGs, com o apoio da grande m dia, e sabemos o quanto ela forte, pois o tema ecol gico tem grande apelo s pessoas, j que, em ltima an lise, ele fala sobre a sobreviv ncia de nossos filhos e netos.Como vencer essa guerra de forma o?Corremos, mais uma vez, o risco de sermos subjugados e controlados, por parasitas do nosso trabalho, e com risco de sermos escravizados por eles.Agora, a Revolu o Verde.
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9781696112338
ISBN-10: 1696112338
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
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Page Count: 76
Carton Quantity: 92
Product Dimensions: 5.98 x 0.18 x 9.02 inches
Weight: 0.27 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Education | History
Descriptions, Reviews, Etc.
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Parece que h uma revolu o em marcha, silenciosa e talvez mais poderosa do que as anteriores - uma Revolu o verde. Agora o n s, os verdinhos, contra os negacionistas da interfer ncia humana no clima.Esta revolu o mais poderosa porque se imp e difundindo medo do futuro, com discurso escatol gico (em que os sinais evidentes seriam qualquer tsunami, maremoto ou escassez de gua por altera o no regime de chuvas), difundindo a culpa, justificando que temos de mudar h bitos, como, por exemplo, eliminar a dieta carn vora, e jogando diante de nossos olhos a pr pria natureza do futuro, que a de ser incerto.Isso s mostra para n s que o comunismo n o morreu: ele se metamorfoseia para continuar existindo. E comunistas n o t m preocupa o com coer ncia, mas com o poder pelo poder.O fracasso inicial da Revolu o de 1917 j o refutou na pr tica, quando, sob a administra o de L nin, a R ssia sofreu uma r pida deteriora o econ mica, j prevista por Mises ao abordar o problema do c lculo econ mico no Socialismo. Lembremos da velha m xima leninista: "Precisamos dar um passo atr s para dar dois frente". Ele teve de devolver as propriedades, para arranc -las por meio de altos impostos e chantagens aos capitalistas compadres. Embora tenha ficado no socialismo, que o m ximo que uma economia suporta por algum tempo, o desejo comunista uma patologia que nunca abandona a mente dos totalit rios.A Revolu o sovi tica inspirou a Revolu o cubana, chinesa e norte-coreana, nos moldes marxistas, com a m xima do n s, os trabalhadores, contra os patr es.O fracasso dessas revolu es, como sabemos, orientou a milit ncia coletivista para novas t ticas, como o gramcismo e o marxismo cultural, mas essas novas formas de luta, apesar de terem tido sucesso, tanto quanto as que se deram por guerrilha, parecem tamb m ter seus dias contados, e disso d prova a onda conservadora que emergiu, especialmente na figura de Donald Trump, para ficar no l der da principal pot ncia do mundo.Mas, em sil ncio, e debaixo dessa espuma, h uma revolu o verde acontecendo e, como vers o gramscista, ela come a nas escolas, universidades, partidos pol ticos, no ativismo de ONGs, com o apoio da grande m dia, e sabemos o quanto ela forte, pois o tema ecol gico tem grande apelo s pessoas, j que, em ltima an lise, ele fala sobre a sobreviv ncia de nossos filhos e netos.Como vencer essa guerra de forma o?Corremos, mais uma vez, o risco de sermos subjugados e controlados, por parasitas do nosso trabalho, e com risco de sermos escravizados por eles.Agora, a Revolu o Verde.
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