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O Estado No Veio de Marte: Uma Anlise Ctica Das Organizaes Polticas
| AUTHOR | Guieiro, Noe Amos |
| PUBLISHER | Independently Published (08/08/2018) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
O que o Estado, sen o um fornecedor de servi os? E o que isso traduzido, sen o a realidade de pessoas que preferem delegar que meia d zia dirija um aparelho que tome parte da sua riqueza e controle suas vidas para garantir esses servi os? Libert rios, por exemplo, costumam ter o Estado como um inimigo declarado, como se tivesse vida pr pria, e bastaria convencer as pessoas disso para que pud ssemos destru -lo. Contudo, na realidade, o que o Estado sen o cada um de n s, nossos vizinhos, parentes, amigos, as pessoas do nosso entorno e todos os demais de nossa cidade ou pa s?As perguntas levantadas, que s o bvias, na verdade, procuram lembrar que, por detr s do Estado, est o indiv duos, com valores, cren as, desejos, medos, ang stias, interesses e diferen as de car ter, o que n o tem for a para convencer o racionalismo e o idealismo dos que t m a certeza de que n o, que a liberdade est vindo e que o Estado ter o seu fim em breve.Na medida em que os servi os oferecidos pelo Estado o sejam paralelamente ou substitu dos por servi os privados e com a efici ncia que o Estado n o consegue ter... na medida em que isso for chegando a mais e mais pessoas, quem sabe o resultado possa ser o fim do Estado, mas s "quem sabe." Quem mora, hoje, em condom nios fechados, paga a escola do filho e tem seu plano de sa de, s n o busca justi a privada porque ainda n o existe, embora, paradoxalmente, a defesa do direito seja privado, sendo apenas a arbitragem um servi o estatal.N o podemos saber se ou quando o Estado vai acabar. N o temos condi es de saber se viveremos um dia em um mundo com cem por cento de propriedade privada. Olhando a tend ncia do que est acontecendo, poder-se-ia dizer que essa possibilidade existe. Quando, por m, olhamos os pa ses mais desenvolvidos, em que o Estado menor e em que v rios servi os s o oferecidos por meio de tecnologia e, ainda assim, o Estado forte na vida das pessoas, ficamos sem condi es de acreditar nisso."O Estado n o veio de Marte" ele resultado de uma cren a que as pessoas t m de que precisam de um ente maior do que elas para proteg -las e para prover a satisfa o de suas necessidades quando suas for as faltarem ou quando as circunst ncias exigirem. Por essa raz o, ningu m v tima de um Hitler, de um Stalin, de um Mussolini, de fara s, de qualquer que seja o ditador, o qual surge dos anseios dos povos e n o os controlaria se n o houvesse anteriormente condi es e uma mentalidade que forjasse a sua apari o."O Estado n o veio de Marte." Ele veio dos homens.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781718086548
ISBN-10:
1718086547
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
52
Carton Quantity:
136
Product Dimensions:
6.00 x 0.12 x 9.00 inches
Weight:
0.20 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Education | History
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
O que o Estado, sen o um fornecedor de servi os? E o que isso traduzido, sen o a realidade de pessoas que preferem delegar que meia d zia dirija um aparelho que tome parte da sua riqueza e controle suas vidas para garantir esses servi os? Libert rios, por exemplo, costumam ter o Estado como um inimigo declarado, como se tivesse vida pr pria, e bastaria convencer as pessoas disso para que pud ssemos destru -lo. Contudo, na realidade, o que o Estado sen o cada um de n s, nossos vizinhos, parentes, amigos, as pessoas do nosso entorno e todos os demais de nossa cidade ou pa s?As perguntas levantadas, que s o bvias, na verdade, procuram lembrar que, por detr s do Estado, est o indiv duos, com valores, cren as, desejos, medos, ang stias, interesses e diferen as de car ter, o que n o tem for a para convencer o racionalismo e o idealismo dos que t m a certeza de que n o, que a liberdade est vindo e que o Estado ter o seu fim em breve.Na medida em que os servi os oferecidos pelo Estado o sejam paralelamente ou substitu dos por servi os privados e com a efici ncia que o Estado n o consegue ter... na medida em que isso for chegando a mais e mais pessoas, quem sabe o resultado possa ser o fim do Estado, mas s "quem sabe." Quem mora, hoje, em condom nios fechados, paga a escola do filho e tem seu plano de sa de, s n o busca justi a privada porque ainda n o existe, embora, paradoxalmente, a defesa do direito seja privado, sendo apenas a arbitragem um servi o estatal.N o podemos saber se ou quando o Estado vai acabar. N o temos condi es de saber se viveremos um dia em um mundo com cem por cento de propriedade privada. Olhando a tend ncia do que est acontecendo, poder-se-ia dizer que essa possibilidade existe. Quando, por m, olhamos os pa ses mais desenvolvidos, em que o Estado menor e em que v rios servi os s o oferecidos por meio de tecnologia e, ainda assim, o Estado forte na vida das pessoas, ficamos sem condi es de acreditar nisso."O Estado n o veio de Marte" ele resultado de uma cren a que as pessoas t m de que precisam de um ente maior do que elas para proteg -las e para prover a satisfa o de suas necessidades quando suas for as faltarem ou quando as circunst ncias exigirem. Por essa raz o, ningu m v tima de um Hitler, de um Stalin, de um Mussolini, de fara s, de qualquer que seja o ditador, o qual surge dos anseios dos povos e n o os controlaria se n o houvesse anteriormente condi es e uma mentalidade que forjasse a sua apari o."O Estado n o veio de Marte." Ele veio dos homens.
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