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Negros, Pardos e Pobres nas Universidades: Mitos rompidos; Novos desafios políticos-educacionais
| AUTHOR | Da Costa, Cleberson Eduardo |
| PUBLISHER | Independently Published (12/11/2018) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
(a5, 141 pginas)ISegundo a pesquisadora da UFF Tereza Olinda Caminha Bezerra, em sua tese de doutoramento defendida em 2011-UFF, referindo-se ao final da dcada de 90, perodo este em que ainda no havia cotas para negros, pardos e/ou pobres nas universidades pblicas brasileiras, "Em 1997 apenas 2,2% de pardos e 1,8% de negros, entre 18 e 24 anos cursavam ou tinham concludo um curso de graduao no Brasil". Esse baixo ndice indicava que, politicamente, algo precisava ser feito. Ainda segundo a mesma: "Pessoas estavam sendo impedidas de estudar em nosso pas por sua cor de pele ou condio social."IINo incio do sc. XXI, quando o sistema de cotas, substanciado em lei federal (e outras estaduais) comeou a ser implantado nas principais universidades pblicas brasileiras, muitos, no somente os contrrios a ela, faziam-se as seguintes indagaes:1- Ser que os negros, pardos, indgenas e/ou pobres conseguiro se sair bem dentro das mesmas?2- No haver uma excessiva evaso de alunos, no somente por causa da suposta falta de capacidade intelectual, como a elite conservadora h tempos falsamente sempre diz, mas tambm por falta de condies financeiras para levarem os cursos adiante, etc., uma vez que, como se sabe, embora as universidades sejam pblicas, existem custos como alimentao, livros, transportes e afins?3 - As universidades que receberem os tais alunos, advindos estes de classes e/ou grupos sociais ditos subalternos, portadores de ditos dficits cognitivos, precria formao cultural, etc. no acabaro tendo que nivelar os seus cursos por baixo, ou seja, praticarem o chamado "facilismo pedaggico" e, assim, na mesma via, inevitavelmente, abrirem mo da busca pela qualidade acadmica, tornando-se precarizadas em relao s universidades privadas? Ou seja, no ser o fim da suposta qualidade das universidades pblicas em relao maioria das privadas?Como j de ns h tempos sabido e ver-se- ao longo desse trabalho, os dados da pesquisa de TERESA (uma dcada aps o estabelecimento do regime de cotas), assim como os de GURGEL, Cludio (tambm pesquisador da UFF), e os do LPP/UERJ, como tambm os de muitos outros, tem-nos revelado duas coisas: 1 - Que os mitos foram rompidos; 2 - Mas que tambm ainda existem outros e novos desafios a serem vencidos.IIINa unidade I, sendo assim, dialogaremos, de forma epistemologicamente fundamentada, sobre os dados das referidas pesquisas, reafirmando-se a ideia de que o regime de cotas, se no o melhor, aquele que de fato tem gerado mudanas significas frente aos processos de reduo da excluso socioeducacional no Brasil. Mostraremos tambm que, ao contrrio do que muitos diziam e/ou dizem, o desempenho de negros, pardos e pobres nas universidades tem sido excelentes.Na unidade II, cuja temtica refere-se a novos desafios polticos-educacionais, apresentaremos alguns ensaios crticos envolvendo problemticas diversas.Espera-se que, esse livro, assim como todas as obras do autor possa, de alguma forma, contribuir formao de uma sociedade global mais humanizada, respeitosa das suas diferenas, politicamente participativa, democrtica, tica e socialmente equitativa.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781791533854
ISBN-10:
179153385X
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
146
Carton Quantity:
50
Product Dimensions:
5.50 x 0.34 x 8.50 inches
Weight:
0.43 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Educational Policy & Reform - Federal Legislation
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
(a5, 141 pginas)ISegundo a pesquisadora da UFF Tereza Olinda Caminha Bezerra, em sua tese de doutoramento defendida em 2011-UFF, referindo-se ao final da dcada de 90, perodo este em que ainda no havia cotas para negros, pardos e/ou pobres nas universidades pblicas brasileiras, "Em 1997 apenas 2,2% de pardos e 1,8% de negros, entre 18 e 24 anos cursavam ou tinham concludo um curso de graduao no Brasil". Esse baixo ndice indicava que, politicamente, algo precisava ser feito. Ainda segundo a mesma: "Pessoas estavam sendo impedidas de estudar em nosso pas por sua cor de pele ou condio social."IINo incio do sc. XXI, quando o sistema de cotas, substanciado em lei federal (e outras estaduais) comeou a ser implantado nas principais universidades pblicas brasileiras, muitos, no somente os contrrios a ela, faziam-se as seguintes indagaes:1- Ser que os negros, pardos, indgenas e/ou pobres conseguiro se sair bem dentro das mesmas?2- No haver uma excessiva evaso de alunos, no somente por causa da suposta falta de capacidade intelectual, como a elite conservadora h tempos falsamente sempre diz, mas tambm por falta de condies financeiras para levarem os cursos adiante, etc., uma vez que, como se sabe, embora as universidades sejam pblicas, existem custos como alimentao, livros, transportes e afins?3 - As universidades que receberem os tais alunos, advindos estes de classes e/ou grupos sociais ditos subalternos, portadores de ditos dficits cognitivos, precria formao cultural, etc. no acabaro tendo que nivelar os seus cursos por baixo, ou seja, praticarem o chamado "facilismo pedaggico" e, assim, na mesma via, inevitavelmente, abrirem mo da busca pela qualidade acadmica, tornando-se precarizadas em relao s universidades privadas? Ou seja, no ser o fim da suposta qualidade das universidades pblicas em relao maioria das privadas?Como j de ns h tempos sabido e ver-se- ao longo desse trabalho, os dados da pesquisa de TERESA (uma dcada aps o estabelecimento do regime de cotas), assim como os de GURGEL, Cludio (tambm pesquisador da UFF), e os do LPP/UERJ, como tambm os de muitos outros, tem-nos revelado duas coisas: 1 - Que os mitos foram rompidos; 2 - Mas que tambm ainda existem outros e novos desafios a serem vencidos.IIINa unidade I, sendo assim, dialogaremos, de forma epistemologicamente fundamentada, sobre os dados das referidas pesquisas, reafirmando-se a ideia de que o regime de cotas, se no o melhor, aquele que de fato tem gerado mudanas significas frente aos processos de reduo da excluso socioeducacional no Brasil. Mostraremos tambm que, ao contrrio do que muitos diziam e/ou dizem, o desempenho de negros, pardos e pobres nas universidades tem sido excelentes.Na unidade II, cuja temtica refere-se a novos desafios polticos-educacionais, apresentaremos alguns ensaios crticos envolvendo problemticas diversas.Espera-se que, esse livro, assim como todas as obras do autor possa, de alguma forma, contribuir formao de uma sociedade global mais humanizada, respeitosa das suas diferenas, politicamente participativa, democrtica, tica e socialmente equitativa.
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