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A Escola que Fabrica Monstros

AUTHOR Da Costa, Cleberson Eduardo
PUBLISHER Createspace Independent Publishing Platform (08/09/2017)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
Em uma de suas principais obras, chamada "Discurso sobre o mtodo", considerada marco inicial da filosofia moderna, publicada em 1637, num pequeno captulo intitulado "Geometria" (Geometria analtica), Descartes (1596-1650) defendeu o seu mtodo, o matemtico, como sendo uma espcie de "cincia" para a busca do conhecimento em todo e qualquer campo do saber.Para a sociedade com resqucios feudalistas em que nasceu, onde havia um grande poder da igreja e inexistia (a no ser a Aristotlico-Tomista) uma tradio relativa  produo do conhecimento, o pensamento de Descartes foi considerado revolucionrio. Ele foi (e ainda hoje tem sido) por muitos, principalmente por idealistas, chamado de pai do racionalismo e dito o primeiro grande "filsofo moderno". A filosofia de Descartes hoje est presente em todas as reas do conhecimento, inclusive e tragicamente na educao, onde tem sido sistematizada, por meio dela, a desumanizao como princpio e a automao como mtodo. Ou seja, a implantao de ideologias e metodologias formadoras de mo de obra barata para atender s demandas do sistema capitalista visando transformar sujeito em objetos, seja por meio da educao tcnica ou formal.IINosso trabalho, epistemologicamente fundamentado, consiste em esboar uma viso crtica ao pensamento de Descartes e, na mesma via, demonstrar que a sua filosofia, ao buscar matematizar no somente a natureza e a sociedade, mas tambm a vida, etc. (a fim de prever para prover), instituiu - enquanto princpio, mtodo e/ou contedo tico pedaggico das instituies educativas - a primazia da ideia sobre a matria e/ou da razo sobre os sentimentos, fazendo do homem um ser desalmado. Ou seja: 1-Um monstro; 2-Um psicopata potencial; 3-Uma espcie de corpo-mquina; 3- Um ser especialista na arte racional da dissimulao; 4-4- Um ser dado  automao (pelo uso metdico da razo). Em outras palavras, um ser: 1-Capaz de amar sem amor;2-Capaz de fazer sexo sem vontade; 3-Capaz de fazer sexo sem amor, e at mesmo sozinho;4-Capaz de viver s para trabalhar e no trabalhar para viver;5-Capaz de trabalhar s pelo dinheiro;6-Capaz de se alimentar sem estar com fome, de comer por vcio;7-Capaz de confundir necessidade com vontade;8-Capaz de no falar nunca o que  verdadeiro, mas somente o que faz sentido e/ou o que  lgico, visando sempre alcanar algum benefcio;9-Capaz de usar as suas emoes, a servio da razo, para dissimular, ludibriar e alcanar seus objetivos;10-Capaz de ser conscientemente um desalmado (tendo isso como um valor).IIIEnfim, se, como muitos dizem, "o que vemos no  o que vemos e sim o que somos", o que vemos ou temos visto - enquanto seres sociais ps-modernos -  somente dissimulao e falsidade, porque o que somos ou a maneira como fomos e at hoje temos sido formados ou socializados por meio da filosofia ou escola cartesiana tem como valor e fundamento: "A incorporao e o desenvolvimento, em ns, da arte racional da dissimulao por meio da sobreposio do esprito sobre a alma e/ou da razo sobre os sentimentos."Sartre, por exemplo, estava certo quando escreveu que, nas sociedades ocidentais capitalistas em que se vive, "tudo  aparncia e engano".IVNa parte I desenvolveremos as nossas proposies. Na II abordaremos temticas sobre  questo metodolgica em educao, mas dentro de uma perspectiva filosfica, ou seja, epistemologicamente fundamentada em uma pedagogia da filosofia e no em uma filosofia da educao. Esperamos que essa obra possa de alguma maneira contribuir  formao de uma gerao de educadores e educandos (ou de uma escola) humanizada, fraterna, tolerante, respeitosa dos diferentes e/ou das diferenas, politicamente participativa, reflexivamente tica, esteticamente criativa, intelectualmente emancipada e socialmente equitativa.
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9781974426485
ISBN-10: 1974426483
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
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Page Count: 138
Carton Quantity: 56
Product Dimensions: 6.00 x 0.30 x 9.00 inches
Weight: 0.43 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Philosophy, Theory & Social Aspects
Descriptions, Reviews, Etc.
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Em uma de suas principais obras, chamada "Discurso sobre o mtodo", considerada marco inicial da filosofia moderna, publicada em 1637, num pequeno captulo intitulado "Geometria" (Geometria analtica), Descartes (1596-1650) defendeu o seu mtodo, o matemtico, como sendo uma espcie de "cincia" para a busca do conhecimento em todo e qualquer campo do saber.Para a sociedade com resqucios feudalistas em que nasceu, onde havia um grande poder da igreja e inexistia (a no ser a Aristotlico-Tomista) uma tradio relativa  produo do conhecimento, o pensamento de Descartes foi considerado revolucionrio. Ele foi (e ainda hoje tem sido) por muitos, principalmente por idealistas, chamado de pai do racionalismo e dito o primeiro grande "filsofo moderno". A filosofia de Descartes hoje est presente em todas as reas do conhecimento, inclusive e tragicamente na educao, onde tem sido sistematizada, por meio dela, a desumanizao como princpio e a automao como mtodo. Ou seja, a implantao de ideologias e metodologias formadoras de mo de obra barata para atender s demandas do sistema capitalista visando transformar sujeito em objetos, seja por meio da educao tcnica ou formal.IINosso trabalho, epistemologicamente fundamentado, consiste em esboar uma viso crtica ao pensamento de Descartes e, na mesma via, demonstrar que a sua filosofia, ao buscar matematizar no somente a natureza e a sociedade, mas tambm a vida, etc. (a fim de prever para prover), instituiu - enquanto princpio, mtodo e/ou contedo tico pedaggico das instituies educativas - a primazia da ideia sobre a matria e/ou da razo sobre os sentimentos, fazendo do homem um ser desalmado. Ou seja: 1-Um monstro; 2-Um psicopata potencial; 3-Uma espcie de corpo-mquina; 3- Um ser especialista na arte racional da dissimulao; 4-4- Um ser dado  automao (pelo uso metdico da razo). Em outras palavras, um ser: 1-Capaz de amar sem amor;2-Capaz de fazer sexo sem vontade; 3-Capaz de fazer sexo sem amor, e at mesmo sozinho;4-Capaz de viver s para trabalhar e no trabalhar para viver;5-Capaz de trabalhar s pelo dinheiro;6-Capaz de se alimentar sem estar com fome, de comer por vcio;7-Capaz de confundir necessidade com vontade;8-Capaz de no falar nunca o que  verdadeiro, mas somente o que faz sentido e/ou o que  lgico, visando sempre alcanar algum benefcio;9-Capaz de usar as suas emoes, a servio da razo, para dissimular, ludibriar e alcanar seus objetivos;10-Capaz de ser conscientemente um desalmado (tendo isso como um valor).IIIEnfim, se, como muitos dizem, "o que vemos no  o que vemos e sim o que somos", o que vemos ou temos visto - enquanto seres sociais ps-modernos -  somente dissimulao e falsidade, porque o que somos ou a maneira como fomos e at hoje temos sido formados ou socializados por meio da filosofia ou escola cartesiana tem como valor e fundamento: "A incorporao e o desenvolvimento, em ns, da arte racional da dissimulao por meio da sobreposio do esprito sobre a alma e/ou da razo sobre os sentimentos."Sartre, por exemplo, estava certo quando escreveu que, nas sociedades ocidentais capitalistas em que se vive, "tudo  aparncia e engano".IVNa parte I desenvolveremos as nossas proposies. Na II abordaremos temticas sobre  questo metodolgica em educao, mas dentro de uma perspectiva filosfica, ou seja, epistemologicamente fundamentada em uma pedagogia da filosofia e no em uma filosofia da educao. Esperamos que essa obra possa de alguma maneira contribuir  formao de uma gerao de educadores e educandos (ou de uma escola) humanizada, fraterna, tolerante, respeitosa dos diferentes e/ou das diferenas, politicamente participativa, reflexivamente tica, esteticamente criativa, intelectualmente emancipada e socialmente equitativa.
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