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Casanova: As Aventuras e o Legado do Sedutor Mais Famoso do Mundo
| AUTHOR | Charles River; Charles River Editors |
| PUBLISHER | Createspace Independent Publishing Platform (12/13/2017) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Ao contr rio do modo como a lenda da sedu o frequentemente retratada atrav s das lentes rosadas de Hollywood, o verdadeiro Giacomo Casanova n o possu a o maxilar forte e esculpido de Heath Ledger, ou o olhar azul e penetrante de Richard Chamberlain. Na realidade, retratos do verdadeiro Casanova mostram um rosto simples e nada memor vel, com um maxilar rechonchudo, um nariz proeminente e entortado, olhos esbugalhados e de p lpebras pesadas. Em suma, ainda que ele certamente n o fosse feio, ele estava longe de ser tido como uma beldade. N o obstante, Casanova se envolveu em centenas de encontros, e o que quer que lhe faltasse em encantos est ticos, ele sem d vida compensava com charme, mist rio, e um magnetismo animalesco. Ele tamb m era bem despojado quanto a isso tudo: "O amor verdadeiro o amor que as vezes surge ap s prazer sexual: se ele surge, imortal; o outro tipo inevitavelmente deteriora, pois embasado somente na mera fantasia."
E de fato, as fabulosas fa anhas er ticas do cativante e carism tico Casanova eram t o espetaculares que seu sobrenome foi imortalizado at mesmo em defini es de dicion rios de alta reputa o, tais como o Merriam-Webster - "um amante, e em especial, um homem que um amante prom scuo e inescrupuloso". Ainda que Casanova seja conhecido na cultura popular, acima de tudo, como um amante bom de papo e descarado, o homem de verdade era coberto com camadas cintilantes de perversidades astutas, c lculos vigilantes, e um anseio inextingu vel por aventura. Ele vestiu muitas m scaras, mas cada uma parecia ter sido feita exclusivamente para ele, pois ele n o era somente um aventureiro com apetite sexual insaci vel, mas tamb m um eloquente escritor, um curador m stico, um espi o experiente, e um g nio da improvisa o que carregava in meros truques dentro de suas mangas decoradas.
Ironicamente, parece que o pr prio Casanova, ainda que orgulhoso de suas escapadelas indiscretas, tinha medo de entrar para a hist ria somente como o primeiro Hugh Hefner. Ao mesmo tempo, ele n o queria nenhum detalhe alterado ou omitido de sua rica e fascinante vida, e portanto, escolheu compor uma autobiografia em 12 volumes, algumas se es da qual ainda hoje s o consideradas por muitos homens como um manual da sedu o e do desfloramento de mulheres "virtuosas". Historiadores modernos, entretanto, elogiam suas mem rias como um dos retratos mais vividamente descritivos e precisos das normas e costumes europeus no s culo 18. Uma comiss o governamental francesa at chegou ao ponto de honr -la com o t tulo de "tesouro nacional".
Um de seus contempor neos, o Pr ncipe Charles de Ligne, talvez o tenha resumido da melhor maneira quando comentou respeito de Casanova: "As nicas coisas sobre as quais ele n o tem nenhum conhecimento, s o aquelas nas quais ele se considera o expert: as regras da dan a, a l ngua Francesa, bom gosto, o jeito do mundo, savoir vivre. Apenas as suas com dias n o possuem humor, apenas suas obras filos ficas s o destitu das de filosofia - todo o resto, est repleto deles; sempre h algo de subst ncia, inovador, picante, profundo. Ele um po o de conhecimento, mas cita Homero e Hor cio ad nauseam. Sua sagacidade e seus gracejos s o como alfinetadas. Ele sens vel e generoso, mas incomode-o ao m nimo e ele se torna desagrad vel, vingativo e detest vel. Ele n o acredita em nada exceto o que for mais incr vel, sendo supersticioso a respeito de tudo. Ele ama e deseja a tudo... Ele se orgulha de n o ser nada... Nunca diga que j ouviu a hist ria que ele vai lhe contar... Nunca deixe de cumpriment -lo ao cruzar caminhos, pois o menor insulto o tornar seu inimigo."
E de fato, as fabulosas fa anhas er ticas do cativante e carism tico Casanova eram t o espetaculares que seu sobrenome foi imortalizado at mesmo em defini es de dicion rios de alta reputa o, tais como o Merriam-Webster - "um amante, e em especial, um homem que um amante prom scuo e inescrupuloso". Ainda que Casanova seja conhecido na cultura popular, acima de tudo, como um amante bom de papo e descarado, o homem de verdade era coberto com camadas cintilantes de perversidades astutas, c lculos vigilantes, e um anseio inextingu vel por aventura. Ele vestiu muitas m scaras, mas cada uma parecia ter sido feita exclusivamente para ele, pois ele n o era somente um aventureiro com apetite sexual insaci vel, mas tamb m um eloquente escritor, um curador m stico, um espi o experiente, e um g nio da improvisa o que carregava in meros truques dentro de suas mangas decoradas.
Ironicamente, parece que o pr prio Casanova, ainda que orgulhoso de suas escapadelas indiscretas, tinha medo de entrar para a hist ria somente como o primeiro Hugh Hefner. Ao mesmo tempo, ele n o queria nenhum detalhe alterado ou omitido de sua rica e fascinante vida, e portanto, escolheu compor uma autobiografia em 12 volumes, algumas se es da qual ainda hoje s o consideradas por muitos homens como um manual da sedu o e do desfloramento de mulheres "virtuosas". Historiadores modernos, entretanto, elogiam suas mem rias como um dos retratos mais vividamente descritivos e precisos das normas e costumes europeus no s culo 18. Uma comiss o governamental francesa at chegou ao ponto de honr -la com o t tulo de "tesouro nacional".
Um de seus contempor neos, o Pr ncipe Charles de Ligne, talvez o tenha resumido da melhor maneira quando comentou respeito de Casanova: "As nicas coisas sobre as quais ele n o tem nenhum conhecimento, s o aquelas nas quais ele se considera o expert: as regras da dan a, a l ngua Francesa, bom gosto, o jeito do mundo, savoir vivre. Apenas as suas com dias n o possuem humor, apenas suas obras filos ficas s o destitu das de filosofia - todo o resto, est repleto deles; sempre h algo de subst ncia, inovador, picante, profundo. Ele um po o de conhecimento, mas cita Homero e Hor cio ad nauseam. Sua sagacidade e seus gracejos s o como alfinetadas. Ele sens vel e generoso, mas incomode-o ao m nimo e ele se torna desagrad vel, vingativo e detest vel. Ele n o acredita em nada exceto o que for mais incr vel, sendo supersticioso a respeito de tudo. Ele ama e deseja a tudo... Ele se orgulha de n o ser nada... Nunca diga que j ouviu a hist ria que ele vai lhe contar... Nunca deixe de cumpriment -lo ao cruzar caminhos, pois o menor insulto o tornar seu inimigo."
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781981521524
ISBN-10:
1981521526
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
48
Carton Quantity:
170
Product Dimensions:
6.00 x 0.10 x 9.00 inches
Weight:
0.17 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Biography & Autobiography | Historical
Descriptions, Reviews, Etc.
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Ao contr rio do modo como a lenda da sedu o frequentemente retratada atrav s das lentes rosadas de Hollywood, o verdadeiro Giacomo Casanova n o possu a o maxilar forte e esculpido de Heath Ledger, ou o olhar azul e penetrante de Richard Chamberlain. Na realidade, retratos do verdadeiro Casanova mostram um rosto simples e nada memor vel, com um maxilar rechonchudo, um nariz proeminente e entortado, olhos esbugalhados e de p lpebras pesadas. Em suma, ainda que ele certamente n o fosse feio, ele estava longe de ser tido como uma beldade. N o obstante, Casanova se envolveu em centenas de encontros, e o que quer que lhe faltasse em encantos est ticos, ele sem d vida compensava com charme, mist rio, e um magnetismo animalesco. Ele tamb m era bem despojado quanto a isso tudo: "O amor verdadeiro o amor que as vezes surge ap s prazer sexual: se ele surge, imortal; o outro tipo inevitavelmente deteriora, pois embasado somente na mera fantasia."
E de fato, as fabulosas fa anhas er ticas do cativante e carism tico Casanova eram t o espetaculares que seu sobrenome foi imortalizado at mesmo em defini es de dicion rios de alta reputa o, tais como o Merriam-Webster - "um amante, e em especial, um homem que um amante prom scuo e inescrupuloso". Ainda que Casanova seja conhecido na cultura popular, acima de tudo, como um amante bom de papo e descarado, o homem de verdade era coberto com camadas cintilantes de perversidades astutas, c lculos vigilantes, e um anseio inextingu vel por aventura. Ele vestiu muitas m scaras, mas cada uma parecia ter sido feita exclusivamente para ele, pois ele n o era somente um aventureiro com apetite sexual insaci vel, mas tamb m um eloquente escritor, um curador m stico, um espi o experiente, e um g nio da improvisa o que carregava in meros truques dentro de suas mangas decoradas.
Ironicamente, parece que o pr prio Casanova, ainda que orgulhoso de suas escapadelas indiscretas, tinha medo de entrar para a hist ria somente como o primeiro Hugh Hefner. Ao mesmo tempo, ele n o queria nenhum detalhe alterado ou omitido de sua rica e fascinante vida, e portanto, escolheu compor uma autobiografia em 12 volumes, algumas se es da qual ainda hoje s o consideradas por muitos homens como um manual da sedu o e do desfloramento de mulheres "virtuosas". Historiadores modernos, entretanto, elogiam suas mem rias como um dos retratos mais vividamente descritivos e precisos das normas e costumes europeus no s culo 18. Uma comiss o governamental francesa at chegou ao ponto de honr -la com o t tulo de "tesouro nacional".
Um de seus contempor neos, o Pr ncipe Charles de Ligne, talvez o tenha resumido da melhor maneira quando comentou respeito de Casanova: "As nicas coisas sobre as quais ele n o tem nenhum conhecimento, s o aquelas nas quais ele se considera o expert: as regras da dan a, a l ngua Francesa, bom gosto, o jeito do mundo, savoir vivre. Apenas as suas com dias n o possuem humor, apenas suas obras filos ficas s o destitu das de filosofia - todo o resto, est repleto deles; sempre h algo de subst ncia, inovador, picante, profundo. Ele um po o de conhecimento, mas cita Homero e Hor cio ad nauseam. Sua sagacidade e seus gracejos s o como alfinetadas. Ele sens vel e generoso, mas incomode-o ao m nimo e ele se torna desagrad vel, vingativo e detest vel. Ele n o acredita em nada exceto o que for mais incr vel, sendo supersticioso a respeito de tudo. Ele ama e deseja a tudo... Ele se orgulha de n o ser nada... Nunca diga que j ouviu a hist ria que ele vai lhe contar... Nunca deixe de cumpriment -lo ao cruzar caminhos, pois o menor insulto o tornar seu inimigo."
E de fato, as fabulosas fa anhas er ticas do cativante e carism tico Casanova eram t o espetaculares que seu sobrenome foi imortalizado at mesmo em defini es de dicion rios de alta reputa o, tais como o Merriam-Webster - "um amante, e em especial, um homem que um amante prom scuo e inescrupuloso". Ainda que Casanova seja conhecido na cultura popular, acima de tudo, como um amante bom de papo e descarado, o homem de verdade era coberto com camadas cintilantes de perversidades astutas, c lculos vigilantes, e um anseio inextingu vel por aventura. Ele vestiu muitas m scaras, mas cada uma parecia ter sido feita exclusivamente para ele, pois ele n o era somente um aventureiro com apetite sexual insaci vel, mas tamb m um eloquente escritor, um curador m stico, um espi o experiente, e um g nio da improvisa o que carregava in meros truques dentro de suas mangas decoradas.
Ironicamente, parece que o pr prio Casanova, ainda que orgulhoso de suas escapadelas indiscretas, tinha medo de entrar para a hist ria somente como o primeiro Hugh Hefner. Ao mesmo tempo, ele n o queria nenhum detalhe alterado ou omitido de sua rica e fascinante vida, e portanto, escolheu compor uma autobiografia em 12 volumes, algumas se es da qual ainda hoje s o consideradas por muitos homens como um manual da sedu o e do desfloramento de mulheres "virtuosas". Historiadores modernos, entretanto, elogiam suas mem rias como um dos retratos mais vividamente descritivos e precisos das normas e costumes europeus no s culo 18. Uma comiss o governamental francesa at chegou ao ponto de honr -la com o t tulo de "tesouro nacional".
Um de seus contempor neos, o Pr ncipe Charles de Ligne, talvez o tenha resumido da melhor maneira quando comentou respeito de Casanova: "As nicas coisas sobre as quais ele n o tem nenhum conhecimento, s o aquelas nas quais ele se considera o expert: as regras da dan a, a l ngua Francesa, bom gosto, o jeito do mundo, savoir vivre. Apenas as suas com dias n o possuem humor, apenas suas obras filos ficas s o destitu das de filosofia - todo o resto, est repleto deles; sempre h algo de subst ncia, inovador, picante, profundo. Ele um po o de conhecimento, mas cita Homero e Hor cio ad nauseam. Sua sagacidade e seus gracejos s o como alfinetadas. Ele sens vel e generoso, mas incomode-o ao m nimo e ele se torna desagrad vel, vingativo e detest vel. Ele n o acredita em nada exceto o que for mais incr vel, sendo supersticioso a respeito de tudo. Ele ama e deseja a tudo... Ele se orgulha de n o ser nada... Nunca diga que j ouviu a hist ria que ele vai lhe contar... Nunca deixe de cumpriment -lo ao cruzar caminhos, pois o menor insulto o tornar seu inimigo."
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