A Criação Simbólica de Julio Cortázar
| AUTHOR | Reinaldo Da Silva Gisele |
| PUBLISHER | Novas Edicoes Academicas (12/04/2015) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Este estudo propoe uma analise poetica e critica dos contos "Casa Tomada," "Carta a una senorita en Paris," "Lejana" e "Omnibus," da obra Bestiario, do escritor argentino Julio Cortazar (1951), no tocante ao processo de construcao simbolica de ruptura e recriacao dos ritos de passagem, propostos pelo antropologo Arnold Van Gennep (1978). Procuramos mostrar, neste estudo, que Cortazar tensiona esteticamente a rigidez dos ritos de passagem modernos, desde a sua primeira contistica, como critica a utopia de progressao humana, solidificada no sonho de um mundo ocidental em transformacao. Com este proposito, tomamos, ainda, as Passagens, dos Exposes de 1934 e 1939, do filosofo alemao Walter Benjamin, como metafora espacial de influencia para a construcao do discurso simbolico de Cortazar, residente em Paris, ao longo de toda sua mais densa producao literaria. Benjamin, em sua expressao de denuncia a cidade moderna alegorica, como Cortazar, converte o caos dos modos de vida modernos em tema literario."
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Product Details
ISBN-13:
9783841712448
ISBN-10:
3841712444
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
236
Carton Quantity:
30
Product Dimensions:
6.00 x 0.54 x 9.00 inches
Weight:
0.77 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Social Science | General
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
Este estudo propoe uma analise poetica e critica dos contos "Casa Tomada," "Carta a una senorita en Paris," "Lejana" e "Omnibus," da obra Bestiario, do escritor argentino Julio Cortazar (1951), no tocante ao processo de construcao simbolica de ruptura e recriacao dos ritos de passagem, propostos pelo antropologo Arnold Van Gennep (1978). Procuramos mostrar, neste estudo, que Cortazar tensiona esteticamente a rigidez dos ritos de passagem modernos, desde a sua primeira contistica, como critica a utopia de progressao humana, solidificada no sonho de um mundo ocidental em transformacao. Com este proposito, tomamos, ainda, as Passagens, dos Exposes de 1934 e 1939, do filosofo alemao Walter Benjamin, como metafora espacial de influencia para a construcao do discurso simbolico de Cortazar, residente em Paris, ao longo de toda sua mais densa producao literaria. Benjamin, em sua expressao de denuncia a cidade moderna alegorica, como Cortazar, converte o caos dos modos de vida modernos em tema literario."
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