As mentiras que você acredita no mercado financeiro
| AUTHOR | Reis, Clauber |
| PUBLISHER | Ases Da Literatura (09/26/2024) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Algumas mentiras se sustentam porque detêm algum tipo de fundo de verdade, ou simplesmente porque nos mantêm confortáveis o suficiente para nos enganarmos. Depois de certa medida, uma mentira aceita é tão reveladora sobre quem absorve quanto por quem a emite. Por isso faço uma pergunta: O que você faria se fosse um empreendedor saturado do próprio trabalho, estivesse desiludido com a carreira e pudesse se libertar de uma só vez de todas as obrigações empresariais, exercícios de liderança, aporrinhações cotidianas, relacionamentos de fachada, metas e horários cumpridos, tudo substituído por uma tela de computador com a possibilidade de receber o mesmo faturamento e dependendo apenas da sua dedicação aos estudos e controle emocional? Estávamos numa época em que a bolsa se popularizava, tínhamos alguma estabilidade econômica, e eu experimentava a sensação de estar no lugar certo, fazendo a coisa certa, na hora certa. Tempo, dinheiro, disposição e motivação inflacionada pelos cursos, numa combinação perfeita para acelerar e segurar firme no volante rumo ao abismo. Pelo menos no meu caso. Há 15 anos eu entrei na bolsa, comprei cursos, me especializei, me dediquei como profissional e acompanhei as mudanças operacionais e como o ecossistema do mercado do mercado financeiro foi se modificando. Não estou aqui para julgamentos e vaticinar meu termostato operacional como resposta universal para todos os aventureiros e marinheiros de primeira viagem no mercado financeiro. Minhas crônicas estão ligadas a coisas do ambiente financeiro que apenas não fazemos por limitações técnicas, operacionais e financeiras; como podendo fazer, jamais seriamos capazes de executar por nos faltar informações inacessíveis para CPFs. Guardada a proporção da minha heresia, eu não sou a luz, a verdade e o caminho, mas é uma realidade inconveniente que os desfechos da minha história sejam muito mais comuns do que se parece.
Algumas mentiras se sustentam porque detêm algum tipo de fundo de verdade, ou simplesmente porque nos mantêm confortáveis o suficiente para nos enganarmos. Depois de certa medida, uma mentira aceita é tão reveladora sobre quem absorve quanto por quem a emite. Por isso faço uma pergunta: O que você faria se fosse um empreendedor saturado do próprio trabalho, estivesse desiludido com a carreira e pudesse se libertar de uma só vez de todas as obrigações empresariais, exercícios de liderança, aporrinhações cotidianas, relacionamentos de fachada, metas e horários cumpridos, tudo substituído por uma tela de computador com a possibilidade de receber o mesmo faturamento e dependendo apenas da sua dedicação aos estudos e controle emocional? Estávamos numa época em que a bolsa se popularizava, tínhamos alguma estabilidade econômica, e eu experimentava a sensação de estar no lugar certo, fazendo a coisa certa, na hora certa. Tempo, dinheiro, disposição e motivação inflacionada pelos cursos, numa combinação perfeita para acelerar e segurar firme no volante rumo ao abismo. Pelo menos no meu caso. Há 15 anos eu entrei na bolsa, comprei cursos, me especializei, me dediquei como profissional e acompanhei as mudanças operacionais e como o ecossistema do mercado do mercado financeiro foi se modificando. Não estou aqui para julgamentos e vaticinar meu termostato operacional como resposta universal para todos os aventureiros e marinheiros de primeira viagem no mercado financeiro. Minhas crônicas estão ligadas a coisas do ambiente financeiro que apenas não fazemos por limitações técnicas, operacionais e financeiras; como podendo fazer, jamais seriamos capazes de executar por nos faltar informações inacessíveis para CPFs. Guardada a proporção da minha heresia, eu não sou a luz, a verdade e o caminho, mas é uma realidade inconveniente que os desfechos da minha história sejam muito mais comuns do que se parece.
