Deslocamentos do feminino
| AUTHOR | Kehl, Maria Rita |
| PUBLISHER | Boitempo Editorial (01/29/2021) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
A nova edio de Deslocamentos do feminino chega s livrarias em um momento pertinente, em que o debate sobre gnero toma corpo e a noo de feminilidade passa por transformaes no campo da cultura. Neste livro, a psicanalista Maria Rita Kehl questiona as relaes que se estabelecem entre a mulher, a posio feminina e a feminilidade na clnica psicanaltica. Existe uma diferena irredutvel entre homens e mulheres, afinal? Partindo da defesa de uma "mnima diferena", um modo de ser e de desejar atravs do qual homens e mulheres assumem papis distintos na sociedade, a psicanalista e ganhadora do prmio Jabuti pelo ensaio O tempo e o co (2010) investiga o campo a partir do qual as mulheres se constituem como sujeitos, de modo a contribuir para ampli-lo.
Publicada originalmente em 1998, a obra foi atualizada pela autora para a nova edio e dividida em trs partes: a primeira, sobre a constituio da feminilidade no sculo XIX, busca a origem dos discursos aceitos at agora como descritivos de uma "natureza feminina", eterna e universal; a segunda aborda o romance de Flaubert e apresenta Emma Bovary como um "paradigma da mulher freudiana, alienada nas malhas de um discurso em que seus anseios latentes no encontram lugar ou palavra"; a terceira, por fim, dedicada s teorias freudianas sobre as mulheres e a sexualidade feminina e suas repercusses na psicanlise contempornea. Maria Rita examina alguns pontos da biografia de Freud e tenta entender o que o pai da psicanlise falhou em escutar nas queixas das mulheres a quem ele mesmo deu voz.
A nova edio de Deslocamentos do feminino chega s livrarias em um momento pertinente, em que o debate sobre gnero toma corpo e a noo de feminilidade passa por transformaes no campo da cultura. Neste livro, a psicanalista Maria Rita Kehl questiona as relaes que se estabelecem entre a mulher, a posio feminina e a feminilidade na clnica psicanaltica. Existe uma diferena irredutvel entre homens e mulheres, afinal? Partindo da defesa de uma "mnima diferena", um modo de ser e de desejar atravs do qual homens e mulheres assumem papis distintos na sociedade, a psicanalista e ganhadora do prmio Jabuti pelo ensaio O tempo e o co (2010) investiga o campo a partir do qual as mulheres se constituem como sujeitos, de modo a contribuir para ampli-lo.
Publicada originalmente em 1998, a obra foi atualizada pela autora para a nova edio e dividida em trs partes: a primeira, sobre a constituio da feminilidade no sculo XIX, busca a origem dos discursos aceitos at agora como descritivos de uma "natureza feminina", eterna e universal; a segunda aborda o romance de Flaubert e apresenta Emma Bovary como um "paradigma da mulher freudiana, alienada nas malhas de um discurso em que seus anseios latentes no encontram lugar ou palavra"; a terceira, por fim, dedicada s teorias freudianas sobre as mulheres e a sexualidade feminina e suas repercusses na psicanlise contempornea. Maria Rita examina alguns pontos da biografia de Freud e tenta entender o que o pai da psicanlise falhou em escutar nas queixas das mulheres a quem ele mesmo deu voz.
