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Emaranhamento quântico e o inconsciente coletivo. Segunda edição, significativamente expandida: Uma introdução simples ao abraço entre a psicologia ju
| AUTHOR | del Medico, Bruno |
| PUBLISHER | Independently Published (09/12/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Um texto ágil e conciso, porém completo e abrangente, para uma compreensão inicial do tópico mais discutido de nossos tempos, a conexão entre a física quântica e a consciência do universo.
Coincidências enigmáticas e conexões invisíveis entre eventos e pessoas têm fascinado a humanidade desde tempos imemoriais. Pense, por exemplo, naquela estranha sensação de "saber algo" antes mesmo de acontecer. Ou aquele sonho que prenuncia um evento real. Ou a súbita percepção de um perigo que nos leva a evitar uma tragédia. Há os que falam de intuição, os que falam de sincronicidade. E há aqueles que tentam vincular essas experiências inexplicáveis à ciência.
Por um lado, o emaranhamento quântico. De outro, o inconsciente coletivo. O mundo invisível do universo físico e as profundezas da mente humana podem, na verdade, estar mais conectados do que imaginamos.
O entrelaçamento quântico é um dos fenômenos mais enigmáticos da física moderna. Considere duas partículas que interagem por um breve instante e depois se separam. Apesar da distância, elas permanecem milagrosamente "em sintonia" qualquer alteração no estado de uma partícula é imediatamente refletida na outra, mesmo a quilômetros - ou anos-luz - de distância.
E se esse tipo de conexão não se referir apenas a partículas, mas também a seres humanos? A psicologia moderna tentou responder a isso usando ferramentas diferentes, mas igualmente fascinantes. Carl Gustav Jung, o grande psicanalista suíço, intuiu a existência de um vínculo mental que vai além da individualidade. Em seu trabalho sobre o inconsciente coletivo, Jung descreveu uma dimensão psíquica compartilhada por todos os seres humanos, uma rede sutil de arquétipos e símbolos universais. Jung observou que as pessoas vivenciam o que ele chamou de "sincronicidades", ou seja, eventos que estão significativamente relacionados, mas que parecem não ter uma causa comum aparente. Wolfgang Pauli, um dos pais da física quântica, compartilhava o interesse de Jung pelas sincronicidades.
Essas ideias encontraram um novo terreno no pensamento dos físicos contemporâneos. Amit Goswami, um teórico da física quântica, levantou a hipótese de que a mente humana e o mundo subatômico compartilham o mesmo "tecido". A mente, de acordo com essa visão, interage constantemente com a realidade física, criando eventos que percebemos como extraordinários. A semelhança entre o emaranhamento quântico e o inconsciente coletivo também provocou debates entre os filósofos. O físico Fritjof Capra, em seu livro "The Tao of Physics", explorou os paralelos entre as antigas tradições orientais e a física moderna. Partindo do conceito de interconexão, Capra sugere que o universo é uma gigantesca rede de relacionamentos, em que cada elemento está inextricavelmente ligado aos outros. Essa visão se aproxima da ideia junguiana de que a humanidade compartilha não apenas uma herança psíquica comum, mas também uma conexão com a estrutura fundamental do mundo. Assim, as premonições, as coincidências e os sonhos parecem se tornar traços visíveis dessa rede infinita.
Quer estejamos falando de partículas quânticas ou da mente humana, uma questão permanece em aberto: por que esses misteriosos elos existem? A ciência está apenas começando a arranhar a superfície dessa questão. Mas o que surge é uma imagem fascinante: a de um universo composto de relacionamentos em vez de objetos. Cada pensamento, cada sonho poderia ser um átomo dessa rede universal.
Coincidências enigmáticas e conexões invisíveis entre eventos e pessoas têm fascinado a humanidade desde tempos imemoriais. Pense, por exemplo, naquela estranha sensação de "saber algo" antes mesmo de acontecer. Ou aquele sonho que prenuncia um evento real. Ou a súbita percepção de um perigo que nos leva a evitar uma tragédia. Há os que falam de intuição, os que falam de sincronicidade. E há aqueles que tentam vincular essas experiências inexplicáveis à ciência.
Por um lado, o emaranhamento quântico. De outro, o inconsciente coletivo. O mundo invisível do universo físico e as profundezas da mente humana podem, na verdade, estar mais conectados do que imaginamos.
O entrelaçamento quântico é um dos fenômenos mais enigmáticos da física moderna. Considere duas partículas que interagem por um breve instante e depois se separam. Apesar da distância, elas permanecem milagrosamente "em sintonia" qualquer alteração no estado de uma partícula é imediatamente refletida na outra, mesmo a quilômetros - ou anos-luz - de distância.
E se esse tipo de conexão não se referir apenas a partículas, mas também a seres humanos? A psicologia moderna tentou responder a isso usando ferramentas diferentes, mas igualmente fascinantes. Carl Gustav Jung, o grande psicanalista suíço, intuiu a existência de um vínculo mental que vai além da individualidade. Em seu trabalho sobre o inconsciente coletivo, Jung descreveu uma dimensão psíquica compartilhada por todos os seres humanos, uma rede sutil de arquétipos e símbolos universais. Jung observou que as pessoas vivenciam o que ele chamou de "sincronicidades", ou seja, eventos que estão significativamente relacionados, mas que parecem não ter uma causa comum aparente. Wolfgang Pauli, um dos pais da física quântica, compartilhava o interesse de Jung pelas sincronicidades.
Essas ideias encontraram um novo terreno no pensamento dos físicos contemporâneos. Amit Goswami, um teórico da física quântica, levantou a hipótese de que a mente humana e o mundo subatômico compartilham o mesmo "tecido". A mente, de acordo com essa visão, interage constantemente com a realidade física, criando eventos que percebemos como extraordinários. A semelhança entre o emaranhamento quântico e o inconsciente coletivo também provocou debates entre os filósofos. O físico Fritjof Capra, em seu livro "The Tao of Physics", explorou os paralelos entre as antigas tradições orientais e a física moderna. Partindo do conceito de interconexão, Capra sugere que o universo é uma gigantesca rede de relacionamentos, em que cada elemento está inextricavelmente ligado aos outros. Essa visão se aproxima da ideia junguiana de que a humanidade compartilha não apenas uma herança psíquica comum, mas também uma conexão com a estrutura fundamental do mundo. Assim, as premonições, as coincidências e os sonhos parecem se tornar traços visíveis dessa rede infinita.
Quer estejamos falando de partículas quânticas ou da mente humana, uma questão permanece em aberto: por que esses misteriosos elos existem? A ciência está apenas começando a arranhar a superfície dessa questão. Mas o que surge é uma imagem fascinante: a de um universo composto de relacionamentos em vez de objetos. Cada pensamento, cada sonho poderia ser um átomo dessa rede universal.
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ISBN-13:
9798265005908
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
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150
Carton Quantity:
52
Product Dimensions:
6.00 x 0.32 x 9.00 inches
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0.46 pound(s)
Country of Origin:
US
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BISAC Categories
Science | Physics - Quantum Theory
Descriptions, Reviews, Etc.
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Um texto ágil e conciso, porém completo e abrangente, para uma compreensão inicial do tópico mais discutido de nossos tempos, a conexão entre a física quântica e a consciência do universo.
Coincidências enigmáticas e conexões invisíveis entre eventos e pessoas têm fascinado a humanidade desde tempos imemoriais. Pense, por exemplo, naquela estranha sensação de "saber algo" antes mesmo de acontecer. Ou aquele sonho que prenuncia um evento real. Ou a súbita percepção de um perigo que nos leva a evitar uma tragédia. Há os que falam de intuição, os que falam de sincronicidade. E há aqueles que tentam vincular essas experiências inexplicáveis à ciência.
Por um lado, o emaranhamento quântico. De outro, o inconsciente coletivo. O mundo invisível do universo físico e as profundezas da mente humana podem, na verdade, estar mais conectados do que imaginamos.
O entrelaçamento quântico é um dos fenômenos mais enigmáticos da física moderna. Considere duas partículas que interagem por um breve instante e depois se separam. Apesar da distância, elas permanecem milagrosamente "em sintonia" qualquer alteração no estado de uma partícula é imediatamente refletida na outra, mesmo a quilômetros - ou anos-luz - de distância.
E se esse tipo de conexão não se referir apenas a partículas, mas também a seres humanos? A psicologia moderna tentou responder a isso usando ferramentas diferentes, mas igualmente fascinantes. Carl Gustav Jung, o grande psicanalista suíço, intuiu a existência de um vínculo mental que vai além da individualidade. Em seu trabalho sobre o inconsciente coletivo, Jung descreveu uma dimensão psíquica compartilhada por todos os seres humanos, uma rede sutil de arquétipos e símbolos universais. Jung observou que as pessoas vivenciam o que ele chamou de "sincronicidades", ou seja, eventos que estão significativamente relacionados, mas que parecem não ter uma causa comum aparente. Wolfgang Pauli, um dos pais da física quântica, compartilhava o interesse de Jung pelas sincronicidades.
Essas ideias encontraram um novo terreno no pensamento dos físicos contemporâneos. Amit Goswami, um teórico da física quântica, levantou a hipótese de que a mente humana e o mundo subatômico compartilham o mesmo "tecido". A mente, de acordo com essa visão, interage constantemente com a realidade física, criando eventos que percebemos como extraordinários. A semelhança entre o emaranhamento quântico e o inconsciente coletivo também provocou debates entre os filósofos. O físico Fritjof Capra, em seu livro "The Tao of Physics", explorou os paralelos entre as antigas tradições orientais e a física moderna. Partindo do conceito de interconexão, Capra sugere que o universo é uma gigantesca rede de relacionamentos, em que cada elemento está inextricavelmente ligado aos outros. Essa visão se aproxima da ideia junguiana de que a humanidade compartilha não apenas uma herança psíquica comum, mas também uma conexão com a estrutura fundamental do mundo. Assim, as premonições, as coincidências e os sonhos parecem se tornar traços visíveis dessa rede infinita.
Quer estejamos falando de partículas quânticas ou da mente humana, uma questão permanece em aberto: por que esses misteriosos elos existem? A ciência está apenas começando a arranhar a superfície dessa questão. Mas o que surge é uma imagem fascinante: a de um universo composto de relacionamentos em vez de objetos. Cada pensamento, cada sonho poderia ser um átomo dessa rede universal.
Coincidências enigmáticas e conexões invisíveis entre eventos e pessoas têm fascinado a humanidade desde tempos imemoriais. Pense, por exemplo, naquela estranha sensação de "saber algo" antes mesmo de acontecer. Ou aquele sonho que prenuncia um evento real. Ou a súbita percepção de um perigo que nos leva a evitar uma tragédia. Há os que falam de intuição, os que falam de sincronicidade. E há aqueles que tentam vincular essas experiências inexplicáveis à ciência.
Por um lado, o emaranhamento quântico. De outro, o inconsciente coletivo. O mundo invisível do universo físico e as profundezas da mente humana podem, na verdade, estar mais conectados do que imaginamos.
O entrelaçamento quântico é um dos fenômenos mais enigmáticos da física moderna. Considere duas partículas que interagem por um breve instante e depois se separam. Apesar da distância, elas permanecem milagrosamente "em sintonia" qualquer alteração no estado de uma partícula é imediatamente refletida na outra, mesmo a quilômetros - ou anos-luz - de distância.
E se esse tipo de conexão não se referir apenas a partículas, mas também a seres humanos? A psicologia moderna tentou responder a isso usando ferramentas diferentes, mas igualmente fascinantes. Carl Gustav Jung, o grande psicanalista suíço, intuiu a existência de um vínculo mental que vai além da individualidade. Em seu trabalho sobre o inconsciente coletivo, Jung descreveu uma dimensão psíquica compartilhada por todos os seres humanos, uma rede sutil de arquétipos e símbolos universais. Jung observou que as pessoas vivenciam o que ele chamou de "sincronicidades", ou seja, eventos que estão significativamente relacionados, mas que parecem não ter uma causa comum aparente. Wolfgang Pauli, um dos pais da física quântica, compartilhava o interesse de Jung pelas sincronicidades.
Essas ideias encontraram um novo terreno no pensamento dos físicos contemporâneos. Amit Goswami, um teórico da física quântica, levantou a hipótese de que a mente humana e o mundo subatômico compartilham o mesmo "tecido". A mente, de acordo com essa visão, interage constantemente com a realidade física, criando eventos que percebemos como extraordinários. A semelhança entre o emaranhamento quântico e o inconsciente coletivo também provocou debates entre os filósofos. O físico Fritjof Capra, em seu livro "The Tao of Physics", explorou os paralelos entre as antigas tradições orientais e a física moderna. Partindo do conceito de interconexão, Capra sugere que o universo é uma gigantesca rede de relacionamentos, em que cada elemento está inextricavelmente ligado aos outros. Essa visão se aproxima da ideia junguiana de que a humanidade compartilha não apenas uma herança psíquica comum, mas também uma conexão com a estrutura fundamental do mundo. Assim, as premonições, as coincidências e os sonhos parecem se tornar traços visíveis dessa rede infinita.
Quer estejamos falando de partículas quânticas ou da mente humana, uma questão permanece em aberto: por que esses misteriosos elos existem? A ciência está apenas começando a arranhar a superfície dessa questão. Mas o que surge é uma imagem fascinante: a de um universo composto de relacionamentos em vez de objetos. Cada pensamento, cada sonho poderia ser um átomo dessa rede universal.
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