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Autofagia Poética

AUTHOR de Barros, Dirceu Felipe
PUBLISHER Independently Published (05/04/2025)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
"Autofagia Poética" é um banquete de vozes roubadas, onde o passado literário é canibalizado para iluminar o caos do presente. Nesta obra, tradição e contemporaneidade colidem: Confúcio, Shakespeare, Drummond e Akhmatova dialogam com drones, algoritmos e cogumelos atômicos. O autor tece um inventário de ruínas, transformando versos clássicos em "radioatividade lírica" para enfrentar a era do vazio digital.

Entre guerras híbridas e cidades arrasadas, a rosa de Hiroshima persiste - símbolo de beleza envenenada, tão indestrutível quanto o silêncio que habita os feeds e os campos de batalha. Aqui, soldados-meninos choram mães distantes, drones escrevem haicais com bombas, e Sima Qian, o historiador chinês, sussurra aos escribas modernos: "Escrevemos para não enlouquecer, não para a eternidade."

Num mundo onde a poesia virou código de barras e o humano se dissolve em dados, este livro é um ato de resistência. Uma sinfonia de ecos - trêmula, urgente, contaminada pelo mesmo fogo que purifica e destrói. Porque, às vezes, roubar versos é a única forma de salvá-los da extinção.

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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9798282530216
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
More Product Details
Page Count: 64
Carton Quantity: 128
Product Dimensions: 5.50 x 0.13 x 8.50 inches
Weight: 0.19 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Poetry | Ancient & Classical
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
"Autofagia Poética" é um banquete de vozes roubadas, onde o passado literário é canibalizado para iluminar o caos do presente. Nesta obra, tradição e contemporaneidade colidem: Confúcio, Shakespeare, Drummond e Akhmatova dialogam com drones, algoritmos e cogumelos atômicos. O autor tece um inventário de ruínas, transformando versos clássicos em "radioatividade lírica" para enfrentar a era do vazio digital.

Entre guerras híbridas e cidades arrasadas, a rosa de Hiroshima persiste - símbolo de beleza envenenada, tão indestrutível quanto o silêncio que habita os feeds e os campos de batalha. Aqui, soldados-meninos choram mães distantes, drones escrevem haicais com bombas, e Sima Qian, o historiador chinês, sussurra aos escribas modernos: "Escrevemos para não enlouquecer, não para a eternidade."

Num mundo onde a poesia virou código de barras e o humano se dissolve em dados, este livro é um ato de resistência. Uma sinfonia de ecos - trêmula, urgente, contaminada pelo mesmo fogo que purifica e destrói. Porque, às vezes, roubar versos é a única forma de salvá-los da extinção.

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