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Todo Idiota é de Esquerda ou de Direita
| AUTHOR | Do Carmo, Evan |
| PUBLISHER | Independently Published (05/06/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Este livro não foi escrito para agradar, nem para consolar. Muito menos para instruir. Ele é um aviso. Um corte. Uma confissão envergonhada de que a inteligência foi vendida e ninguém sentiu falta. Você, leitor apressado, defensor de causas, cidadão de bem, revolucionário de tela, liberal de boutique, progressista de feira do livro ou conservador de WhatsApp - este livro não é para te representar. Este livro é contra você. Contra o que você se tornou. Contra o que você repete. Contra o que você compartilha com orgulho e sem pensar.
A burrice venceu. E venceu com estilo. Com hashtags. Com diplomas. Com lacre e com bala. Venceu porque virou virtude. Porque ser idiota hoje é sinônimo de engajamento. É bonito repetir. É corajoso seguir a manada. É ético odiar quem pensa diferente. A burrice contemporânea não é a falta de saber. Ela é o desprezo ativo pelo pensamento. É o gozo de estar certo. É a masturbação da opinião. É a raiva contra qualquer nuance.
Este livro é um espelho rachado. Nele, você verá seu próprio rosto deformado. E terá duas escolhas: rir de nervoso ou quebrar o espelho com raiva. Não espere imparcialidade. Não espere serenidade. O autor está cansado. Está enojado. Está exausto de ver gente alfabetizada agindo como papagaios de cartilha. Este livro nasceu de uma náusea - aquela que dá quando se escuta alguém dizer "eu penso assim" e você sabe que é mentira: ele não pensa nada. Ele repete. Ele segue. Ele aplaude. Ele ladra.
"Todo idiota é de esquerda ou de direita." Não por convicção. Mas por incapacidade. Por medo. Por burrice emocional. Por covardia diante do caos. O idiota precisa escolher um lado porque não suporta a complexidade. Não suporta o silêncio. Não suporta a dúvida. Ele precisa do líder. Precisa do slogan. Precisa do inimigo. O idiota precisa pertencer - é o escravo da identidade.
A burrice venceu. E venceu com estilo. Com hashtags. Com diplomas. Com lacre e com bala. Venceu porque virou virtude. Porque ser idiota hoje é sinônimo de engajamento. É bonito repetir. É corajoso seguir a manada. É ético odiar quem pensa diferente. A burrice contemporânea não é a falta de saber. Ela é o desprezo ativo pelo pensamento. É o gozo de estar certo. É a masturbação da opinião. É a raiva contra qualquer nuance.
Este livro é um espelho rachado. Nele, você verá seu próprio rosto deformado. E terá duas escolhas: rir de nervoso ou quebrar o espelho com raiva. Não espere imparcialidade. Não espere serenidade. O autor está cansado. Está enojado. Está exausto de ver gente alfabetizada agindo como papagaios de cartilha. Este livro nasceu de uma náusea - aquela que dá quando se escuta alguém dizer "eu penso assim" e você sabe que é mentira: ele não pensa nada. Ele repete. Ele segue. Ele aplaude. Ele ladra.
"Todo idiota é de esquerda ou de direita." Não por convicção. Mas por incapacidade. Por medo. Por burrice emocional. Por covardia diante do caos. O idiota precisa escolher um lado porque não suporta a complexidade. Não suporta o silêncio. Não suporta a dúvida. Ele precisa do líder. Precisa do slogan. Precisa do inimigo. O idiota precisa pertencer - é o escravo da identidade.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9798282679830
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
214
Carton Quantity:
36
Product Dimensions:
6.00 x 0.45 x 9.00 inches
Weight:
0.64 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Schools - Levels - Higher
Descriptions, Reviews, Etc.
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Este livro não foi escrito para agradar, nem para consolar. Muito menos para instruir. Ele é um aviso. Um corte. Uma confissão envergonhada de que a inteligência foi vendida e ninguém sentiu falta. Você, leitor apressado, defensor de causas, cidadão de bem, revolucionário de tela, liberal de boutique, progressista de feira do livro ou conservador de WhatsApp - este livro não é para te representar. Este livro é contra você. Contra o que você se tornou. Contra o que você repete. Contra o que você compartilha com orgulho e sem pensar.
A burrice venceu. E venceu com estilo. Com hashtags. Com diplomas. Com lacre e com bala. Venceu porque virou virtude. Porque ser idiota hoje é sinônimo de engajamento. É bonito repetir. É corajoso seguir a manada. É ético odiar quem pensa diferente. A burrice contemporânea não é a falta de saber. Ela é o desprezo ativo pelo pensamento. É o gozo de estar certo. É a masturbação da opinião. É a raiva contra qualquer nuance.
Este livro é um espelho rachado. Nele, você verá seu próprio rosto deformado. E terá duas escolhas: rir de nervoso ou quebrar o espelho com raiva. Não espere imparcialidade. Não espere serenidade. O autor está cansado. Está enojado. Está exausto de ver gente alfabetizada agindo como papagaios de cartilha. Este livro nasceu de uma náusea - aquela que dá quando se escuta alguém dizer "eu penso assim" e você sabe que é mentira: ele não pensa nada. Ele repete. Ele segue. Ele aplaude. Ele ladra.
"Todo idiota é de esquerda ou de direita." Não por convicção. Mas por incapacidade. Por medo. Por burrice emocional. Por covardia diante do caos. O idiota precisa escolher um lado porque não suporta a complexidade. Não suporta o silêncio. Não suporta a dúvida. Ele precisa do líder. Precisa do slogan. Precisa do inimigo. O idiota precisa pertencer - é o escravo da identidade.
A burrice venceu. E venceu com estilo. Com hashtags. Com diplomas. Com lacre e com bala. Venceu porque virou virtude. Porque ser idiota hoje é sinônimo de engajamento. É bonito repetir. É corajoso seguir a manada. É ético odiar quem pensa diferente. A burrice contemporânea não é a falta de saber. Ela é o desprezo ativo pelo pensamento. É o gozo de estar certo. É a masturbação da opinião. É a raiva contra qualquer nuance.
Este livro é um espelho rachado. Nele, você verá seu próprio rosto deformado. E terá duas escolhas: rir de nervoso ou quebrar o espelho com raiva. Não espere imparcialidade. Não espere serenidade. O autor está cansado. Está enojado. Está exausto de ver gente alfabetizada agindo como papagaios de cartilha. Este livro nasceu de uma náusea - aquela que dá quando se escuta alguém dizer "eu penso assim" e você sabe que é mentira: ele não pensa nada. Ele repete. Ele segue. Ele aplaude. Ele ladra.
"Todo idiota é de esquerda ou de direita." Não por convicção. Mas por incapacidade. Por medo. Por burrice emocional. Por covardia diante do caos. O idiota precisa escolher um lado porque não suporta a complexidade. Não suporta o silêncio. Não suporta a dúvida. Ele precisa do líder. Precisa do slogan. Precisa do inimigo. O idiota precisa pertencer - é o escravo da identidade.
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