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Realidade Negativa: O Lado Positivo do Universo e a Ciência da Inexistência
| AUTHOR | H, Fevzi |
| PUBLISHER | Independently Published (06/25/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
A humanidade mapeia o universo há muito tempo, seguindo a trilha do que existe. Buscamos reconhecer o que podemos ver, medir e interagir - estrelas, planetas, átomos, forças. À medida que subíamos o terreno íngreme do ser, as perguntas começaram a mudar lentamente: E quanto ao invisível? E quanto àquilo que nunca existiu? E quanto aos sistemas que nunca seriam descobertos imediatamente, mas que desaparecem por trás de linhas simples?
À medida que a tecnologia começou a se expandir além de seus obstáculos clássicos, o conceito de ausência emergiu não apenas como uma preocupação filosófica, mas também científica. O desaparecimento de uma partícula tornou-se tão significativo quanto sua presença. Flutuações quânticas evocam estados momentaneamente a partir do nada. O tempo, em equações positivas, demonstra uma simetria que lhe permite deslizar para trás. Geometrias exóticas exigem o impossível - eletricidade terrível, pressão invertida, fatos desaparecidos.
O vazio pode não ser vazio. O nada pode pulsar com poder latente. A informação pode nunca desaparecer de fato, apenas se esconder atrás do véu da entropia. E o tempo pode não ser o parceiro confiável que um dia acreditávamos. Por trás da verdade, pode haver outra estrutura - um antifato zumbindo com uma ordem silenciosa.
Esta pintura é uma tentativa de dissipar a escuridão dos recantos mais obscuros da física, da matemática e da cosmologia. Não visa apenas compreender o invisível - esforça-se por atribuir-lhe um significado. Cada falha expande os limites do pensamento convencional e, por vezes, os estilhaça. Pois, por vezes, uma nova informação surge não de uma resposta, mas de uma pergunta que nunca foi formulada.
O caminho à frente não é iluminado pelo que se pensa, mas por uma passagem aberta na escuridão. A cada passo, não encontramos mais o que se vê, mas a sugestão do invisível. Talvez nem tudo seja o que parece. Talvez a verdade final resida agora não no que é, mas no que nem sempre é.
À medida que a tecnologia começou a se expandir além de seus obstáculos clássicos, o conceito de ausência emergiu não apenas como uma preocupação filosófica, mas também científica. O desaparecimento de uma partícula tornou-se tão significativo quanto sua presença. Flutuações quânticas evocam estados momentaneamente a partir do nada. O tempo, em equações positivas, demonstra uma simetria que lhe permite deslizar para trás. Geometrias exóticas exigem o impossível - eletricidade terrível, pressão invertida, fatos desaparecidos.
O vazio pode não ser vazio. O nada pode pulsar com poder latente. A informação pode nunca desaparecer de fato, apenas se esconder atrás do véu da entropia. E o tempo pode não ser o parceiro confiável que um dia acreditávamos. Por trás da verdade, pode haver outra estrutura - um antifato zumbindo com uma ordem silenciosa.
Esta pintura é uma tentativa de dissipar a escuridão dos recantos mais obscuros da física, da matemática e da cosmologia. Não visa apenas compreender o invisível - esforça-se por atribuir-lhe um significado. Cada falha expande os limites do pensamento convencional e, por vezes, os estilhaça. Pois, por vezes, uma nova informação surge não de uma resposta, mas de uma pergunta que nunca foi formulada.
O caminho à frente não é iluminado pelo que se pensa, mas por uma passagem aberta na escuridão. A cada passo, não encontramos mais o que se vê, mas a sugestão do invisível. Talvez nem tudo seja o que parece. Talvez a verdade final resida agora não no que é, mas no que nem sempre é.
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Product Details
ISBN-13:
9798289622280
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
330
Carton Quantity:
24
Product Dimensions:
5.50 x 0.69 x 8.50 inches
Weight:
0.84 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Science | Space Science - Cosmology
Descriptions, Reviews, Etc.
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A humanidade mapeia o universo há muito tempo, seguindo a trilha do que existe. Buscamos reconhecer o que podemos ver, medir e interagir - estrelas, planetas, átomos, forças. À medida que subíamos o terreno íngreme do ser, as perguntas começaram a mudar lentamente: E quanto ao invisível? E quanto àquilo que nunca existiu? E quanto aos sistemas que nunca seriam descobertos imediatamente, mas que desaparecem por trás de linhas simples?
À medida que a tecnologia começou a se expandir além de seus obstáculos clássicos, o conceito de ausência emergiu não apenas como uma preocupação filosófica, mas também científica. O desaparecimento de uma partícula tornou-se tão significativo quanto sua presença. Flutuações quânticas evocam estados momentaneamente a partir do nada. O tempo, em equações positivas, demonstra uma simetria que lhe permite deslizar para trás. Geometrias exóticas exigem o impossível - eletricidade terrível, pressão invertida, fatos desaparecidos.
O vazio pode não ser vazio. O nada pode pulsar com poder latente. A informação pode nunca desaparecer de fato, apenas se esconder atrás do véu da entropia. E o tempo pode não ser o parceiro confiável que um dia acreditávamos. Por trás da verdade, pode haver outra estrutura - um antifato zumbindo com uma ordem silenciosa.
Esta pintura é uma tentativa de dissipar a escuridão dos recantos mais obscuros da física, da matemática e da cosmologia. Não visa apenas compreender o invisível - esforça-se por atribuir-lhe um significado. Cada falha expande os limites do pensamento convencional e, por vezes, os estilhaça. Pois, por vezes, uma nova informação surge não de uma resposta, mas de uma pergunta que nunca foi formulada.
O caminho à frente não é iluminado pelo que se pensa, mas por uma passagem aberta na escuridão. A cada passo, não encontramos mais o que se vê, mas a sugestão do invisível. Talvez nem tudo seja o que parece. Talvez a verdade final resida agora não no que é, mas no que nem sempre é.
À medida que a tecnologia começou a se expandir além de seus obstáculos clássicos, o conceito de ausência emergiu não apenas como uma preocupação filosófica, mas também científica. O desaparecimento de uma partícula tornou-se tão significativo quanto sua presença. Flutuações quânticas evocam estados momentaneamente a partir do nada. O tempo, em equações positivas, demonstra uma simetria que lhe permite deslizar para trás. Geometrias exóticas exigem o impossível - eletricidade terrível, pressão invertida, fatos desaparecidos.
O vazio pode não ser vazio. O nada pode pulsar com poder latente. A informação pode nunca desaparecer de fato, apenas se esconder atrás do véu da entropia. E o tempo pode não ser o parceiro confiável que um dia acreditávamos. Por trás da verdade, pode haver outra estrutura - um antifato zumbindo com uma ordem silenciosa.
Esta pintura é uma tentativa de dissipar a escuridão dos recantos mais obscuros da física, da matemática e da cosmologia. Não visa apenas compreender o invisível - esforça-se por atribuir-lhe um significado. Cada falha expande os limites do pensamento convencional e, por vezes, os estilhaça. Pois, por vezes, uma nova informação surge não de uma resposta, mas de uma pergunta que nunca foi formulada.
O caminho à frente não é iluminado pelo que se pensa, mas por uma passagem aberta na escuridão. A cada passo, não encontramos mais o que se vê, mas a sugestão do invisível. Talvez nem tudo seja o que parece. Talvez a verdade final resida agora não no que é, mas no que nem sempre é.
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