Back to Search
ISBN 9798290516462 is currently unpriced. Please contact us for pricing.
Available options are listed below:

Zen e física quântica: Correlações surpreendentes entre a ciência e a filosofia oriental

AUTHOR del Medico, Bruno
PUBLISHER Independently Published (07/02/2025)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
O encontro entre a filosofia Zen e a física quântica não é apenas uma curiosa convergência do Oriente e do Ocidente, da espiritualidade e da ciência. Em vez disso, é uma oportunidade para um diálogo profundo entre duas visões de mundo que, embora nascidas em contextos radicalmente diferentes, vieram a questionar, cada uma a seu modo, as mesmas questões fundamentais sobre realidade, percepção e consciência.
O monge zen caminha pelos jardins de Kyoto. O físico vagueia, inquieto, pelos laboratórios de Genebra. Ambos buscam respostas, ambos abraçam o mistério. O mestre Eihei D?gen, no século XIII, escreve em seu "Sh?b?genz?" que "o Caminho é fundamentalmente perfeito e penetra o todo. Mas quem o reconhece?" Alguns séculos depois, Niels Bohr, um dos criadores da física quântica, afirma: "Quem não se surpreende com a teoria quântica, não a entendeu de fato". Uma urgência idêntica emerge nessas duas frases: a realidade nunca é o que parece à primeira vista. As aparências traem, a verdade está escondida sob o véu dos costumes.
A filosofia zen cultiva a arte do paradoxo. Seu k?an quebra a lógica comum e abre vislumbres de silêncio. A física quântica fala a linguagem dos experimentos que contradizem o senso comum. Em 1927, em Solvay, Einstein desafia Bohr: "Deus não joga dados com o universo". Mas a realidade responde com a imprevisibilidade das partículas, com o mistério do observador mudando o mundo observado. Os laboratórios se tornam templos, a meditação se assemelha a uma viagem ao invisível.
Há um fio fino que une, através dos séculos e culturas, o monastério Zen e o laboratório científico. Ambos celebram a incerteza. Ambos questionam o dogma. O zen convida a abandonar as palavras e viver pela experiência direta. A física quântica desmascara a rigidez das categorias e mostra que o átomo, o tempo e até mesmo o espaço não são absolutos, mas parecem mutáveis e relacionais.
Heisenberg, pai do princípio da incerteza, encontrou consolo em leituras orientais. Schrödinger leu os Upanishads indianos e meditou sobre o conceito de unidade. O físico Fritjof Capra, viajando na década de 1970 entre a Índia e os Estados Unidos, escreveu "The Tao of Physics" (O Tao da Física) e fala de uma dança cósmica que envolve partículas e meditadores, cientistas e monges.
Atualmente, o diálogo não se limita aos livros. Os templos zen do Ocidente recebem cientistas em retiro. Os laboratórios de fronteira convidam filósofos e meditadores. Em Genebra, no CERN, questões sobre a origem do universo se entrelaçam com dilemas que lembram a meditação zen: quem observa, quem é observado?
Esta é a história de um diálogo silencioso, mas poderoso. É a história de homens e mulheres que ousaram pensar o invisível, questionar o absoluto e acolher a incerteza. A filosofia zen e a física quântica, cada uma a seu modo, são duas chaves para abrir a mesma porta. Atrás desse limiar, o vazio não é ausência, mas potencial infinito. A realidade não é uma, mas múltipla. O espanto se torna método, e a simplicidade se revela como a mais difícil das conquistas.
Show More
Product Format
Product Details
ISBN-13: 9798290516462
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
More Product Details
Page Count: 226
Carton Quantity: 34
Product Dimensions: 6.00 x 0.48 x 9.00 inches
Weight: 0.68 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Science | Physics - Quantum Theory
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
O encontro entre a filosofia Zen e a física quântica não é apenas uma curiosa convergência do Oriente e do Ocidente, da espiritualidade e da ciência. Em vez disso, é uma oportunidade para um diálogo profundo entre duas visões de mundo que, embora nascidas em contextos radicalmente diferentes, vieram a questionar, cada uma a seu modo, as mesmas questões fundamentais sobre realidade, percepção e consciência.
O monge zen caminha pelos jardins de Kyoto. O físico vagueia, inquieto, pelos laboratórios de Genebra. Ambos buscam respostas, ambos abraçam o mistério. O mestre Eihei D?gen, no século XIII, escreve em seu "Sh?b?genz?" que "o Caminho é fundamentalmente perfeito e penetra o todo. Mas quem o reconhece?" Alguns séculos depois, Niels Bohr, um dos criadores da física quântica, afirma: "Quem não se surpreende com a teoria quântica, não a entendeu de fato". Uma urgência idêntica emerge nessas duas frases: a realidade nunca é o que parece à primeira vista. As aparências traem, a verdade está escondida sob o véu dos costumes.
A filosofia zen cultiva a arte do paradoxo. Seu k?an quebra a lógica comum e abre vislumbres de silêncio. A física quântica fala a linguagem dos experimentos que contradizem o senso comum. Em 1927, em Solvay, Einstein desafia Bohr: "Deus não joga dados com o universo". Mas a realidade responde com a imprevisibilidade das partículas, com o mistério do observador mudando o mundo observado. Os laboratórios se tornam templos, a meditação se assemelha a uma viagem ao invisível.
Há um fio fino que une, através dos séculos e culturas, o monastério Zen e o laboratório científico. Ambos celebram a incerteza. Ambos questionam o dogma. O zen convida a abandonar as palavras e viver pela experiência direta. A física quântica desmascara a rigidez das categorias e mostra que o átomo, o tempo e até mesmo o espaço não são absolutos, mas parecem mutáveis e relacionais.
Heisenberg, pai do princípio da incerteza, encontrou consolo em leituras orientais. Schrödinger leu os Upanishads indianos e meditou sobre o conceito de unidade. O físico Fritjof Capra, viajando na década de 1970 entre a Índia e os Estados Unidos, escreveu "The Tao of Physics" (O Tao da Física) e fala de uma dança cósmica que envolve partículas e meditadores, cientistas e monges.
Atualmente, o diálogo não se limita aos livros. Os templos zen do Ocidente recebem cientistas em retiro. Os laboratórios de fronteira convidam filósofos e meditadores. Em Genebra, no CERN, questões sobre a origem do universo se entrelaçam com dilemas que lembram a meditação zen: quem observa, quem é observado?
Esta é a história de um diálogo silencioso, mas poderoso. É a história de homens e mulheres que ousaram pensar o invisível, questionar o absoluto e acolher a incerteza. A filosofia zen e a física quântica, cada uma a seu modo, são duas chaves para abrir a mesma porta. Atrás desse limiar, o vazio não é ausência, mas potencial infinito. A realidade não é uma, mas múltipla. O espanto se torna método, e a simplicidade se revela como a mais difícil das conquistas.
Show More
Paperback