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Tarsila do Amaral - Truly: Entre Cores, Dores e Amores: Tarsila: O Coração Modernista
| AUTHOR | Marqui, José de |
| PUBLISHER | Independently Published (07/23/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Tarsila do Amaral - Truly: Entre Cores, Dores e Amores
Tarsila, o nome que nos anos vinte ecoava nos salões de Paris e nos cafés de São Paulo, era mais do que uma artista: era um fenômeno.
Nesta obra envolvente, mergulhamos na trajetória vibrante de Tarsila do Amaral, desvendando os pigmentos da alma que compuseram o modernismo brasileiro. Com olhar psicanalítico e poético, vislumbramos um panorama íntimo e crítico da mulher por trás do Abaporu, revelando os embates entre arte, identidade e brasilidade.
A cada página, o leitor é convidado a acompanhar os passos da pintora que ousou colorir a revolução modernista com tons tropicais - e a refletir sobre o que ainda pulsa entre as margens da tela e o inconsciente coletivo.
Tarsila do Amaral, carinhosamente chamada de Truly, não pintava apenas quadros: ela pintava mundos internos, sonhos tropicais e dores sutis que se dissolviam em laranjas, verdes e azuis do Brasil reinventado.
Neste livro costuramos as fibras sensíveis da alma de uma mulher que amou com intensidade, sofreu com elegância, e criou com a ousadia de quem rompe molduras. Entre versos e pinceladas, o leitor é conduzido por memórias não ditas, cartas jamais enviadas e cores que carregam o grito abafado do modernismo nascente.
Cada página é um mergulho nas águas afetivas de Tarsila - suas dores caladas, seus amores vibrantes, e as cores que não cabiam na paleta da razão.
Tarsila não foi feita apenas de tinta e tela. Foi feita de amor que arde, de ausência que pesa, de viagens onde se descobriu estrangeira de si mesma. Abaporu nasceu num domingo de sol, quando o Brasil lhe falou através de um corpo esticado pela fome de pensar - e ela escutou.
Pintou o que não podia dizer. Derramou suas dores em amarelos, seus desejos em verdes de maracujá, e seus amores em tons que nem os olhos entendem por completo. Era Truly - mas também era Tarsila. E entre essas duas, há uma paleta infinita de sentimentos.
Este livro diz não apenas da artista que virou ícone, mas da mulher que sonhava em cores e chorava em silêncio.
Tarsila, o nome que nos anos vinte ecoava nos salões de Paris e nos cafés de São Paulo, era mais do que uma artista: era um fenômeno.
Nesta obra envolvente, mergulhamos na trajetória vibrante de Tarsila do Amaral, desvendando os pigmentos da alma que compuseram o modernismo brasileiro. Com olhar psicanalítico e poético, vislumbramos um panorama íntimo e crítico da mulher por trás do Abaporu, revelando os embates entre arte, identidade e brasilidade.
A cada página, o leitor é convidado a acompanhar os passos da pintora que ousou colorir a revolução modernista com tons tropicais - e a refletir sobre o que ainda pulsa entre as margens da tela e o inconsciente coletivo.
Tarsila do Amaral, carinhosamente chamada de Truly, não pintava apenas quadros: ela pintava mundos internos, sonhos tropicais e dores sutis que se dissolviam em laranjas, verdes e azuis do Brasil reinventado.
Neste livro costuramos as fibras sensíveis da alma de uma mulher que amou com intensidade, sofreu com elegância, e criou com a ousadia de quem rompe molduras. Entre versos e pinceladas, o leitor é conduzido por memórias não ditas, cartas jamais enviadas e cores que carregam o grito abafado do modernismo nascente.
Cada página é um mergulho nas águas afetivas de Tarsila - suas dores caladas, seus amores vibrantes, e as cores que não cabiam na paleta da razão.
Tarsila não foi feita apenas de tinta e tela. Foi feita de amor que arde, de ausência que pesa, de viagens onde se descobriu estrangeira de si mesma. Abaporu nasceu num domingo de sol, quando o Brasil lhe falou através de um corpo esticado pela fome de pensar - e ela escutou.
Pintou o que não podia dizer. Derramou suas dores em amarelos, seus desejos em verdes de maracujá, e seus amores em tons que nem os olhos entendem por completo. Era Truly - mas também era Tarsila. E entre essas duas, há uma paleta infinita de sentimentos.
Este livro diz não apenas da artista que virou ícone, mas da mulher que sonhava em cores e chorava em silêncio.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9798293786619
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
228
Carton Quantity:
34
Product Dimensions:
6.00 x 0.48 x 9.00 inches
Weight:
0.68 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Literary Criticism | Books & Reading
Descriptions, Reviews, Etc.
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Tarsila do Amaral - Truly: Entre Cores, Dores e Amores
Tarsila, o nome que nos anos vinte ecoava nos salões de Paris e nos cafés de São Paulo, era mais do que uma artista: era um fenômeno.
Nesta obra envolvente, mergulhamos na trajetória vibrante de Tarsila do Amaral, desvendando os pigmentos da alma que compuseram o modernismo brasileiro. Com olhar psicanalítico e poético, vislumbramos um panorama íntimo e crítico da mulher por trás do Abaporu, revelando os embates entre arte, identidade e brasilidade.
A cada página, o leitor é convidado a acompanhar os passos da pintora que ousou colorir a revolução modernista com tons tropicais - e a refletir sobre o que ainda pulsa entre as margens da tela e o inconsciente coletivo.
Tarsila do Amaral, carinhosamente chamada de Truly, não pintava apenas quadros: ela pintava mundos internos, sonhos tropicais e dores sutis que se dissolviam em laranjas, verdes e azuis do Brasil reinventado.
Neste livro costuramos as fibras sensíveis da alma de uma mulher que amou com intensidade, sofreu com elegância, e criou com a ousadia de quem rompe molduras. Entre versos e pinceladas, o leitor é conduzido por memórias não ditas, cartas jamais enviadas e cores que carregam o grito abafado do modernismo nascente.
Cada página é um mergulho nas águas afetivas de Tarsila - suas dores caladas, seus amores vibrantes, e as cores que não cabiam na paleta da razão.
Tarsila não foi feita apenas de tinta e tela. Foi feita de amor que arde, de ausência que pesa, de viagens onde se descobriu estrangeira de si mesma. Abaporu nasceu num domingo de sol, quando o Brasil lhe falou através de um corpo esticado pela fome de pensar - e ela escutou.
Pintou o que não podia dizer. Derramou suas dores em amarelos, seus desejos em verdes de maracujá, e seus amores em tons que nem os olhos entendem por completo. Era Truly - mas também era Tarsila. E entre essas duas, há uma paleta infinita de sentimentos.
Este livro diz não apenas da artista que virou ícone, mas da mulher que sonhava em cores e chorava em silêncio.
Tarsila, o nome que nos anos vinte ecoava nos salões de Paris e nos cafés de São Paulo, era mais do que uma artista: era um fenômeno.
Nesta obra envolvente, mergulhamos na trajetória vibrante de Tarsila do Amaral, desvendando os pigmentos da alma que compuseram o modernismo brasileiro. Com olhar psicanalítico e poético, vislumbramos um panorama íntimo e crítico da mulher por trás do Abaporu, revelando os embates entre arte, identidade e brasilidade.
A cada página, o leitor é convidado a acompanhar os passos da pintora que ousou colorir a revolução modernista com tons tropicais - e a refletir sobre o que ainda pulsa entre as margens da tela e o inconsciente coletivo.
Tarsila do Amaral, carinhosamente chamada de Truly, não pintava apenas quadros: ela pintava mundos internos, sonhos tropicais e dores sutis que se dissolviam em laranjas, verdes e azuis do Brasil reinventado.
Neste livro costuramos as fibras sensíveis da alma de uma mulher que amou com intensidade, sofreu com elegância, e criou com a ousadia de quem rompe molduras. Entre versos e pinceladas, o leitor é conduzido por memórias não ditas, cartas jamais enviadas e cores que carregam o grito abafado do modernismo nascente.
Cada página é um mergulho nas águas afetivas de Tarsila - suas dores caladas, seus amores vibrantes, e as cores que não cabiam na paleta da razão.
Tarsila não foi feita apenas de tinta e tela. Foi feita de amor que arde, de ausência que pesa, de viagens onde se descobriu estrangeira de si mesma. Abaporu nasceu num domingo de sol, quando o Brasil lhe falou através de um corpo esticado pela fome de pensar - e ela escutou.
Pintou o que não podia dizer. Derramou suas dores em amarelos, seus desejos em verdes de maracujá, e seus amores em tons que nem os olhos entendem por completo. Era Truly - mas também era Tarsila. E entre essas duas, há uma paleta infinita de sentimentos.
Este livro diz não apenas da artista que virou ícone, mas da mulher que sonhava em cores e chorava em silêncio.
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