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Também lhe acontece a si? Segunda edição, muito alargada: O inconsciente coletivo e a sincronicidade à luz do entrelaçamento quântico. Presença, telep
| AUTHOR | del Medico, Bruno |
| PUBLISHER | Independently Published (07/25/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Alguma vez viveu um momento em que uma coincidência aparentemente trivial se revelou tão significativa que o deixou sem palavras? Talvez tenha pensado numa pessoa de quem não tinha notícias há anos e, alguns minutos depois, essa mesma pessoa telefonou-lhe. Ou talvez tenha sonhado com um acontecimento e, no dia seguinte, ele se tenha tornado realidade em pormenor. Isto também lhe acontece? Estas experiências, que desafiam a lógica e parecem sugerir uma ordem oculta no universo, são aquilo a que Carl Jung chamou sincronicidade: a ligação aparente entre acontecimentos sem qualquer relação causal, mas ricos em significado profundo. Este livro levá-lo-á numa viagem através dos traços invisíveis que parecem ligar a mente humana à realidade e às leis do cosmos. Ao longo do caminho, exploraremos estranhas coincidências, pressentimentos e telepatia. Contaremos como Jung, com o seu conceito de inconsciente coletivo, deu um rosto teórico a estes fenómenos. Descobriremos paralelos surpreendentes com uma das descobertas mais enigmáticas da física moderna: o emaranhamento quântico, o fenómeno pelo qual as partículas separadas no espaço permanecem misteriosamente ligadas.
A história está cheia de coincidências intrigantes que parecem transcender o acaso. Estes acontecimentos remetem-nos para uma questão crucial: será que criamos realmente o nosso próprio destino ou existe um "plano" que se manifesta através de acontecimentos sincrónicos, sugerindo uma rede de ligações invisíveis?
Carl Jung dedicou grande parte da sua vida a explorar o inconsciente humano, descobrindo que este não é apenas individual, mas também coletivo. Dentro de cada um de nós vivem símbolos universais, imagens e ideias que atravessam as eras e culturas. Ele chamou-lhes arquétipos. Imagine-se o arquétipo do "viajante" ou o do "herói". Encontramo-los na mitologia grega (Ulisses), na ficção moderna (Harry Potter) e até nos sonhos das pessoas comuns. Jung defendia que estes arquétipos residem profundamente no nosso inconsciente e que muitas vezes se manifestam precisamente através de sonhos ou de coincidências sincrónicas. Desta forma, a sincronicidade torna-se uma linguagem universal, uma forma de nos ligar a algo maior. Um exemplo famoso de sincronicidade relacionada com os arquétipos é um descrito pelo próprio Jung. Ele fala de uma paciente que estava a contar o seu sonho de um escaravelho dourado. No momento em que ela estava a falar, um escaravelho semelhante pousou na janela do seu escritório. Para Jung, o acontecimento não foi acidental: o "escaravelho" era um símbolo arquetípico de transformação, que tinha um significado profundo para a paciente. A física quântica, aparentemente distante do mundo da psicologia, revelou uma profunda e misteriosa interconexão entre partículas. O fenómeno do emaranhamento quântico mostra que duas partículas separadas por uma distância infinita podem influenciar-se mutuamente de forma instantânea. Mas o que é que acontece se estendermos estes princípios à mente humana? Nos últimos anos, muitas teorias têm sugerido que a própria consciência pode funcionar de forma semelhante aos campos quânticos. Anedotas de telepatia e pressentimentos parecem sugerir que as nossas mentes estão ligadas por conexões invisíveis, tal como as partículas em emaranhamento. Como escreveu o filósofo Erwin Schrödinger, um dos pais da mecânica quântica: "A consciência é uma só. Não há pluralismo de consciência". Jung, com a sua visão psicológica, e Schrödinger, com a sua abordagem científica, parecem sugerir que existe uma rede universal de ligações que nos une uns aos outros e ao universo. Talvez, ao ler estas páginas, descubra que as coincidências que viveu não são acontecimentos isolados, mas fragmentos de um grande desígnio. Será um convite para ver o mundo com novos olhos. Porque, no fim de contas, também lhe acontece a si.
A história está cheia de coincidências intrigantes que parecem transcender o acaso. Estes acontecimentos remetem-nos para uma questão crucial: será que criamos realmente o nosso próprio destino ou existe um "plano" que se manifesta através de acontecimentos sincrónicos, sugerindo uma rede de ligações invisíveis?
Carl Jung dedicou grande parte da sua vida a explorar o inconsciente humano, descobrindo que este não é apenas individual, mas também coletivo. Dentro de cada um de nós vivem símbolos universais, imagens e ideias que atravessam as eras e culturas. Ele chamou-lhes arquétipos. Imagine-se o arquétipo do "viajante" ou o do "herói". Encontramo-los na mitologia grega (Ulisses), na ficção moderna (Harry Potter) e até nos sonhos das pessoas comuns. Jung defendia que estes arquétipos residem profundamente no nosso inconsciente e que muitas vezes se manifestam precisamente através de sonhos ou de coincidências sincrónicas. Desta forma, a sincronicidade torna-se uma linguagem universal, uma forma de nos ligar a algo maior. Um exemplo famoso de sincronicidade relacionada com os arquétipos é um descrito pelo próprio Jung. Ele fala de uma paciente que estava a contar o seu sonho de um escaravelho dourado. No momento em que ela estava a falar, um escaravelho semelhante pousou na janela do seu escritório. Para Jung, o acontecimento não foi acidental: o "escaravelho" era um símbolo arquetípico de transformação, que tinha um significado profundo para a paciente. A física quântica, aparentemente distante do mundo da psicologia, revelou uma profunda e misteriosa interconexão entre partículas. O fenómeno do emaranhamento quântico mostra que duas partículas separadas por uma distância infinita podem influenciar-se mutuamente de forma instantânea. Mas o que é que acontece se estendermos estes princípios à mente humana? Nos últimos anos, muitas teorias têm sugerido que a própria consciência pode funcionar de forma semelhante aos campos quânticos. Anedotas de telepatia e pressentimentos parecem sugerir que as nossas mentes estão ligadas por conexões invisíveis, tal como as partículas em emaranhamento. Como escreveu o filósofo Erwin Schrödinger, um dos pais da mecânica quântica: "A consciência é uma só. Não há pluralismo de consciência". Jung, com a sua visão psicológica, e Schrödinger, com a sua abordagem científica, parecem sugerir que existe uma rede universal de ligações que nos une uns aos outros e ao universo. Talvez, ao ler estas páginas, descubra que as coincidências que viveu não são acontecimentos isolados, mas fragmentos de um grande desígnio. Será um convite para ver o mundo com novos olhos. Porque, no fim de contas, também lhe acontece a si.
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Product Details
ISBN-13:
9798294093570
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
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Page Count:
166
Carton Quantity:
46
Product Dimensions:
6.00 x 0.35 x 9.00 inches
Weight:
0.51 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Science | Physics - Quantum Theory
Descriptions, Reviews, Etc.
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Alguma vez viveu um momento em que uma coincidência aparentemente trivial se revelou tão significativa que o deixou sem palavras? Talvez tenha pensado numa pessoa de quem não tinha notícias há anos e, alguns minutos depois, essa mesma pessoa telefonou-lhe. Ou talvez tenha sonhado com um acontecimento e, no dia seguinte, ele se tenha tornado realidade em pormenor. Isto também lhe acontece? Estas experiências, que desafiam a lógica e parecem sugerir uma ordem oculta no universo, são aquilo a que Carl Jung chamou sincronicidade: a ligação aparente entre acontecimentos sem qualquer relação causal, mas ricos em significado profundo. Este livro levá-lo-á numa viagem através dos traços invisíveis que parecem ligar a mente humana à realidade e às leis do cosmos. Ao longo do caminho, exploraremos estranhas coincidências, pressentimentos e telepatia. Contaremos como Jung, com o seu conceito de inconsciente coletivo, deu um rosto teórico a estes fenómenos. Descobriremos paralelos surpreendentes com uma das descobertas mais enigmáticas da física moderna: o emaranhamento quântico, o fenómeno pelo qual as partículas separadas no espaço permanecem misteriosamente ligadas.
A história está cheia de coincidências intrigantes que parecem transcender o acaso. Estes acontecimentos remetem-nos para uma questão crucial: será que criamos realmente o nosso próprio destino ou existe um "plano" que se manifesta através de acontecimentos sincrónicos, sugerindo uma rede de ligações invisíveis?
Carl Jung dedicou grande parte da sua vida a explorar o inconsciente humano, descobrindo que este não é apenas individual, mas também coletivo. Dentro de cada um de nós vivem símbolos universais, imagens e ideias que atravessam as eras e culturas. Ele chamou-lhes arquétipos. Imagine-se o arquétipo do "viajante" ou o do "herói". Encontramo-los na mitologia grega (Ulisses), na ficção moderna (Harry Potter) e até nos sonhos das pessoas comuns. Jung defendia que estes arquétipos residem profundamente no nosso inconsciente e que muitas vezes se manifestam precisamente através de sonhos ou de coincidências sincrónicas. Desta forma, a sincronicidade torna-se uma linguagem universal, uma forma de nos ligar a algo maior. Um exemplo famoso de sincronicidade relacionada com os arquétipos é um descrito pelo próprio Jung. Ele fala de uma paciente que estava a contar o seu sonho de um escaravelho dourado. No momento em que ela estava a falar, um escaravelho semelhante pousou na janela do seu escritório. Para Jung, o acontecimento não foi acidental: o "escaravelho" era um símbolo arquetípico de transformação, que tinha um significado profundo para a paciente. A física quântica, aparentemente distante do mundo da psicologia, revelou uma profunda e misteriosa interconexão entre partículas. O fenómeno do emaranhamento quântico mostra que duas partículas separadas por uma distância infinita podem influenciar-se mutuamente de forma instantânea. Mas o que é que acontece se estendermos estes princípios à mente humana? Nos últimos anos, muitas teorias têm sugerido que a própria consciência pode funcionar de forma semelhante aos campos quânticos. Anedotas de telepatia e pressentimentos parecem sugerir que as nossas mentes estão ligadas por conexões invisíveis, tal como as partículas em emaranhamento. Como escreveu o filósofo Erwin Schrödinger, um dos pais da mecânica quântica: "A consciência é uma só. Não há pluralismo de consciência". Jung, com a sua visão psicológica, e Schrödinger, com a sua abordagem científica, parecem sugerir que existe uma rede universal de ligações que nos une uns aos outros e ao universo. Talvez, ao ler estas páginas, descubra que as coincidências que viveu não são acontecimentos isolados, mas fragmentos de um grande desígnio. Será um convite para ver o mundo com novos olhos. Porque, no fim de contas, também lhe acontece a si.
A história está cheia de coincidências intrigantes que parecem transcender o acaso. Estes acontecimentos remetem-nos para uma questão crucial: será que criamos realmente o nosso próprio destino ou existe um "plano" que se manifesta através de acontecimentos sincrónicos, sugerindo uma rede de ligações invisíveis?
Carl Jung dedicou grande parte da sua vida a explorar o inconsciente humano, descobrindo que este não é apenas individual, mas também coletivo. Dentro de cada um de nós vivem símbolos universais, imagens e ideias que atravessam as eras e culturas. Ele chamou-lhes arquétipos. Imagine-se o arquétipo do "viajante" ou o do "herói". Encontramo-los na mitologia grega (Ulisses), na ficção moderna (Harry Potter) e até nos sonhos das pessoas comuns. Jung defendia que estes arquétipos residem profundamente no nosso inconsciente e que muitas vezes se manifestam precisamente através de sonhos ou de coincidências sincrónicas. Desta forma, a sincronicidade torna-se uma linguagem universal, uma forma de nos ligar a algo maior. Um exemplo famoso de sincronicidade relacionada com os arquétipos é um descrito pelo próprio Jung. Ele fala de uma paciente que estava a contar o seu sonho de um escaravelho dourado. No momento em que ela estava a falar, um escaravelho semelhante pousou na janela do seu escritório. Para Jung, o acontecimento não foi acidental: o "escaravelho" era um símbolo arquetípico de transformação, que tinha um significado profundo para a paciente. A física quântica, aparentemente distante do mundo da psicologia, revelou uma profunda e misteriosa interconexão entre partículas. O fenómeno do emaranhamento quântico mostra que duas partículas separadas por uma distância infinita podem influenciar-se mutuamente de forma instantânea. Mas o que é que acontece se estendermos estes princípios à mente humana? Nos últimos anos, muitas teorias têm sugerido que a própria consciência pode funcionar de forma semelhante aos campos quânticos. Anedotas de telepatia e pressentimentos parecem sugerir que as nossas mentes estão ligadas por conexões invisíveis, tal como as partículas em emaranhamento. Como escreveu o filósofo Erwin Schrödinger, um dos pais da mecânica quântica: "A consciência é uma só. Não há pluralismo de consciência". Jung, com a sua visão psicológica, e Schrödinger, com a sua abordagem científica, parecem sugerir que existe uma rede universal de ligações que nos une uns aos outros e ao universo. Talvez, ao ler estas páginas, descubra que as coincidências que viveu não são acontecimentos isolados, mas fragmentos de um grande desígnio. Será um convite para ver o mundo com novos olhos. Porque, no fim de contas, também lhe acontece a si.
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