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Física quântica. O que os cientistas não dizem: As implicações de uma teoria que gera perspectivas incríveis, capazes de mudar a visão do mundo.
| AUTHOR | del Medico, Bruno |
| PUBLISHER | Independently Published (03/03/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
A física quântica é, sem sombra de dúvida, uma das disciplinas mais fascinantes e controversas do nosso tempo. Há um aspeto que raramente é discutido, um aspeto que muitos cientistas ligados a uma visão materialista do mundo preferem ignorar ou menosprezar: as implicações metafísicas desta teoria.
Mas o que é a metafísica? Este termo, frequentemente associado a algo esotérico, tem, de facto, raízes sólidas na filosofia ocidental. Para Aristóteles, "metafísica" significava o estudo do ser enquanto tal, a procura das causas últimas da realidade. Não se trata, portanto, de uma especulação abstrata, mas de questões fundamentais: o que é o mundo? O que é que significa "existir"? Atualmente, a física quântica obriga-nos a rever estas questões num contexto novo e inesperado. Na base da física quântica está uma descoberta surpreendente: o mundo, à escala subatómica, não se comporta como seria de esperar. As partículas subatómicas - electrões, fotões e outras unidades fundamentais - parecem viver numa dança imprevisível, onde reinam a incerteza e a probabilidade. A equação de Schrödinger descreve esta dança como uma "onda de probabilidade". As partículas, que imaginamos como corpúsculos sólidos, não o são de facto. Cada partícula tem "a probabilidade" de existir ou, melhor, pode potencialmente estar num número infinito de estados "sobrepostos", mas não num estado definido. Quando é que esta situação muda?
As ondas de probabilidade parecem "colapsar" na realidade definida apenas quando são observadas. Por outras palavras, o que acontece no mundo quântico depende da intervenção de um observador. A partícula só se torna um corpúsculo na sequência de uma observação. Uma experiência emblemática da física quântica é a da dupla fenda. Imagine que dispara electrões para um ecrã com duas fendas. Se não observarmos o que acontece, as partículas criam um padrão de interferência, ou seja, comportam-se como ondas sobrepostas. Mas se observarmos por que fenda passa cada partícula, o padrão muda: as partículas comportam-se como objectos sólidos e já não como ondas. Esta experiência deixa-nos sem palavras. Como é que uma observação pode alterar o comportamento de uma partícula?
Para o materialismo científico, afirmar que o observador desempenha um papel na realidade não é apenas herético; é uma ameaça a todas as suas certezas. De facto, a ciência materialista vê o universo como algo separado, independente de qualquer interação com os seres vivos. A ideia de que o observador é parte integrante do processo quântico abre a porta a reflexões profundas: que papel desempenha a consciência no universo?
Nem todos os cientistas estão dispostos a aceitar as implicações metafísicas da física quântica. Muitos preferem concentrar-se nos aspectos práticos, como as aplicações tecnológicas. Esta abordagem, embora compreensível, deixa as questões existenciais na sombra. Infelizmente, a ciência atual ainda tende para uma visão materialista. No entanto, pessoas como David Bohm - um dos maiores físicos do século XX - desafiaram esta visão. Bohm acreditava que a mecânica quântica sugeria um universo holístico e interligado, onde tudo está relacionado com tudo. Talvez, um dia, nos apercebamos de que a ciência e a metafísica não são rivais, mas duas faces da mesma moeda. Afinal de contas, a física quântica não nos dá apenas uma nova ciência. Oferece-nos uma nova visão do mundo e, talvez, de nós próprios.
Mas o que é a metafísica? Este termo, frequentemente associado a algo esotérico, tem, de facto, raízes sólidas na filosofia ocidental. Para Aristóteles, "metafísica" significava o estudo do ser enquanto tal, a procura das causas últimas da realidade. Não se trata, portanto, de uma especulação abstrata, mas de questões fundamentais: o que é o mundo? O que é que significa "existir"? Atualmente, a física quântica obriga-nos a rever estas questões num contexto novo e inesperado. Na base da física quântica está uma descoberta surpreendente: o mundo, à escala subatómica, não se comporta como seria de esperar. As partículas subatómicas - electrões, fotões e outras unidades fundamentais - parecem viver numa dança imprevisível, onde reinam a incerteza e a probabilidade. A equação de Schrödinger descreve esta dança como uma "onda de probabilidade". As partículas, que imaginamos como corpúsculos sólidos, não o são de facto. Cada partícula tem "a probabilidade" de existir ou, melhor, pode potencialmente estar num número infinito de estados "sobrepostos", mas não num estado definido. Quando é que esta situação muda?
As ondas de probabilidade parecem "colapsar" na realidade definida apenas quando são observadas. Por outras palavras, o que acontece no mundo quântico depende da intervenção de um observador. A partícula só se torna um corpúsculo na sequência de uma observação. Uma experiência emblemática da física quântica é a da dupla fenda. Imagine que dispara electrões para um ecrã com duas fendas. Se não observarmos o que acontece, as partículas criam um padrão de interferência, ou seja, comportam-se como ondas sobrepostas. Mas se observarmos por que fenda passa cada partícula, o padrão muda: as partículas comportam-se como objectos sólidos e já não como ondas. Esta experiência deixa-nos sem palavras. Como é que uma observação pode alterar o comportamento de uma partícula?
Para o materialismo científico, afirmar que o observador desempenha um papel na realidade não é apenas herético; é uma ameaça a todas as suas certezas. De facto, a ciência materialista vê o universo como algo separado, independente de qualquer interação com os seres vivos. A ideia de que o observador é parte integrante do processo quântico abre a porta a reflexões profundas: que papel desempenha a consciência no universo?
Nem todos os cientistas estão dispostos a aceitar as implicações metafísicas da física quântica. Muitos preferem concentrar-se nos aspectos práticos, como as aplicações tecnológicas. Esta abordagem, embora compreensível, deixa as questões existenciais na sombra. Infelizmente, a ciência atual ainda tende para uma visão materialista. No entanto, pessoas como David Bohm - um dos maiores físicos do século XX - desafiaram esta visão. Bohm acreditava que a mecânica quântica sugeria um universo holístico e interligado, onde tudo está relacionado com tudo. Talvez, um dia, nos apercebamos de que a ciência e a metafísica não são rivais, mas duas faces da mesma moeda. Afinal de contas, a física quântica não nos dá apenas uma nova ciência. Oferece-nos uma nova visão do mundo e, talvez, de nós próprios.
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9798312854879
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Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
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214
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36
Product Dimensions:
6.00 x 0.45 x 9.00 inches
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US
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BISAC Categories
Science | Physics - Quantum Theory
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A física quântica é, sem sombra de dúvida, uma das disciplinas mais fascinantes e controversas do nosso tempo. Há um aspeto que raramente é discutido, um aspeto que muitos cientistas ligados a uma visão materialista do mundo preferem ignorar ou menosprezar: as implicações metafísicas desta teoria.
Mas o que é a metafísica? Este termo, frequentemente associado a algo esotérico, tem, de facto, raízes sólidas na filosofia ocidental. Para Aristóteles, "metafísica" significava o estudo do ser enquanto tal, a procura das causas últimas da realidade. Não se trata, portanto, de uma especulação abstrata, mas de questões fundamentais: o que é o mundo? O que é que significa "existir"? Atualmente, a física quântica obriga-nos a rever estas questões num contexto novo e inesperado. Na base da física quântica está uma descoberta surpreendente: o mundo, à escala subatómica, não se comporta como seria de esperar. As partículas subatómicas - electrões, fotões e outras unidades fundamentais - parecem viver numa dança imprevisível, onde reinam a incerteza e a probabilidade. A equação de Schrödinger descreve esta dança como uma "onda de probabilidade". As partículas, que imaginamos como corpúsculos sólidos, não o são de facto. Cada partícula tem "a probabilidade" de existir ou, melhor, pode potencialmente estar num número infinito de estados "sobrepostos", mas não num estado definido. Quando é que esta situação muda?
As ondas de probabilidade parecem "colapsar" na realidade definida apenas quando são observadas. Por outras palavras, o que acontece no mundo quântico depende da intervenção de um observador. A partícula só se torna um corpúsculo na sequência de uma observação. Uma experiência emblemática da física quântica é a da dupla fenda. Imagine que dispara electrões para um ecrã com duas fendas. Se não observarmos o que acontece, as partículas criam um padrão de interferência, ou seja, comportam-se como ondas sobrepostas. Mas se observarmos por que fenda passa cada partícula, o padrão muda: as partículas comportam-se como objectos sólidos e já não como ondas. Esta experiência deixa-nos sem palavras. Como é que uma observação pode alterar o comportamento de uma partícula?
Para o materialismo científico, afirmar que o observador desempenha um papel na realidade não é apenas herético; é uma ameaça a todas as suas certezas. De facto, a ciência materialista vê o universo como algo separado, independente de qualquer interação com os seres vivos. A ideia de que o observador é parte integrante do processo quântico abre a porta a reflexões profundas: que papel desempenha a consciência no universo?
Nem todos os cientistas estão dispostos a aceitar as implicações metafísicas da física quântica. Muitos preferem concentrar-se nos aspectos práticos, como as aplicações tecnológicas. Esta abordagem, embora compreensível, deixa as questões existenciais na sombra. Infelizmente, a ciência atual ainda tende para uma visão materialista. No entanto, pessoas como David Bohm - um dos maiores físicos do século XX - desafiaram esta visão. Bohm acreditava que a mecânica quântica sugeria um universo holístico e interligado, onde tudo está relacionado com tudo. Talvez, um dia, nos apercebamos de que a ciência e a metafísica não são rivais, mas duas faces da mesma moeda. Afinal de contas, a física quântica não nos dá apenas uma nova ciência. Oferece-nos uma nova visão do mundo e, talvez, de nós próprios.
Mas o que é a metafísica? Este termo, frequentemente associado a algo esotérico, tem, de facto, raízes sólidas na filosofia ocidental. Para Aristóteles, "metafísica" significava o estudo do ser enquanto tal, a procura das causas últimas da realidade. Não se trata, portanto, de uma especulação abstrata, mas de questões fundamentais: o que é o mundo? O que é que significa "existir"? Atualmente, a física quântica obriga-nos a rever estas questões num contexto novo e inesperado. Na base da física quântica está uma descoberta surpreendente: o mundo, à escala subatómica, não se comporta como seria de esperar. As partículas subatómicas - electrões, fotões e outras unidades fundamentais - parecem viver numa dança imprevisível, onde reinam a incerteza e a probabilidade. A equação de Schrödinger descreve esta dança como uma "onda de probabilidade". As partículas, que imaginamos como corpúsculos sólidos, não o são de facto. Cada partícula tem "a probabilidade" de existir ou, melhor, pode potencialmente estar num número infinito de estados "sobrepostos", mas não num estado definido. Quando é que esta situação muda?
As ondas de probabilidade parecem "colapsar" na realidade definida apenas quando são observadas. Por outras palavras, o que acontece no mundo quântico depende da intervenção de um observador. A partícula só se torna um corpúsculo na sequência de uma observação. Uma experiência emblemática da física quântica é a da dupla fenda. Imagine que dispara electrões para um ecrã com duas fendas. Se não observarmos o que acontece, as partículas criam um padrão de interferência, ou seja, comportam-se como ondas sobrepostas. Mas se observarmos por que fenda passa cada partícula, o padrão muda: as partículas comportam-se como objectos sólidos e já não como ondas. Esta experiência deixa-nos sem palavras. Como é que uma observação pode alterar o comportamento de uma partícula?
Para o materialismo científico, afirmar que o observador desempenha um papel na realidade não é apenas herético; é uma ameaça a todas as suas certezas. De facto, a ciência materialista vê o universo como algo separado, independente de qualquer interação com os seres vivos. A ideia de que o observador é parte integrante do processo quântico abre a porta a reflexões profundas: que papel desempenha a consciência no universo?
Nem todos os cientistas estão dispostos a aceitar as implicações metafísicas da física quântica. Muitos preferem concentrar-se nos aspectos práticos, como as aplicações tecnológicas. Esta abordagem, embora compreensível, deixa as questões existenciais na sombra. Infelizmente, a ciência atual ainda tende para uma visão materialista. No entanto, pessoas como David Bohm - um dos maiores físicos do século XX - desafiaram esta visão. Bohm acreditava que a mecânica quântica sugeria um universo holístico e interligado, onde tudo está relacionado com tudo. Talvez, um dia, nos apercebamos de que a ciência e a metafísica não são rivais, mas duas faces da mesma moeda. Afinal de contas, a física quântica não nos dá apenas uma nova ciência. Oferece-nos uma nova visão do mundo e, talvez, de nós próprios.
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