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Hinduísmo e teoria quântica: Todas as analogias entre os princípios quânticos e os conceitos da filosofia hindu: Brahma, Atman, Karma, Moksha, Dharma.
| AUTHOR | del Medico, Bruno |
| PUBLISHER | Independently Published (03/16/2025) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
A comparação entre as filosofias orientais e a física quântica revela analogias fascinantes que nos convidam a reconsiderar a nossa compreensão da realidade.
O objetivo do livro é explorar a surpreendente ligação entre as antigas tradições filosóficas do hinduísmo e os princípios da física quântica. Uma primeira parte explica de uma forma absolutamente compreensível os princípios básicos da física quântica e a filosofia ligada a esta nova ciência. Em seguida, uma viagem evocativa leva o leitor a descobrir como estas duas realidades aparentemente distantes podem interagir e influenciar-se mutuamente.
O hinduísmo, com os seus profundos princípios metafísicos, oferece um quadro que parece antecipar as descobertas da física quântica em muitos aspectos. O livro compara alguns dos principais temas do hinduísmo com as noções quânticas correspondentes.
Brahman representa a realidade última, um todo interligado que permeia tudo. Isto alinha-se com o conceito de emaranhamento quântico, em que as partículas podem permanecer ligadas independentemente da distância que as separa, e sugere que a separação ao nível fundamental pode ser apenas uma ilusão. Um dos Upanishads diz: "Tudo isto é Brahman", sublinhando a interconexão universal, e recorda o campo de Higgs, que dá massa e natureza ondulatória às partículas.
Atman, a alma individual que é uma manifestação de Brahman, pode ser vista através da lente da superposição quântica, na qual uma partícula existe em múltiplos estados simultaneamente. Isto reflecte a ideia de que a verdadeira essência do eu existe em múltiplos planos de realidade.
O conceito de Karma baseia-se na lei de causa e efeito, paralela à indeterminação de Heisenberg, em que a precisão de uma medida afecta a de outra. As acções no presente podem, portanto, influenciar os resultados futuros de formas nem sempre previsíveis.
Moksha, a libertação do ciclo de morte e renascimento, encontra um paralelo na decoerência quântica, o processo pelo qual um sistema quântico perde as suas propriedades quânticas. Esta transição representa a transformação da consciência de um estado para outro, análogo à busca da libertação espiritual.
O Dharma, ou o dever ético de cada um, reflecte-se nas correlações entre partículas, onde as interações influenciam o comportamento de um sistema complexo. Cada ação realizada de acordo com o Dharma pode ter efeitos a longo prazo; da mesma forma, as relações quânticas moldam o nosso universo.
É de salientar que este livro trata da filosofia hindu e não da religião hindu.
Esta distinção é particularmente relevante no contexto da física quântica. Enquanto a religião hindu lida com a devoção e a ordem cósmica estabelecida pelas divindades, a filosofia hindu oferece um quadro para a compreensão de uma realidade complexa, interligada e em constante mudança. Por exemplo, a ideia de Maya - a perceção ilusória do mundo material - tem paralelos com o princípio da incerteza na física quântica, segundo o qual não podemos saber simultaneamente com precisão a posição e a velocidade de uma partícula.
Por último, a religião é um caminho coletivo e ritual, enquanto a filosofia é um caminho mais individual e contemplativo. Ambas enriquecem o hinduísmo, mas com perspectivas e objectivos diferentes. Na religião, procura-se a união com o divino. Na filosofia, procura-se a compreensão do ser. As duas dimensões, portanto, coexistem, mas oferecem meios diferentes para explorar a mesma realidade. Como Swami Vivekananda disse ao Parlamento Mundial das Religiões em 1893: "O hinduísmo não é uma religião, mas uma riqueza infinita de experiência humana". Uma frase que resume na perfeição esta riqueza e complexidade.
O objetivo do livro é explorar a surpreendente ligação entre as antigas tradições filosóficas do hinduísmo e os princípios da física quântica. Uma primeira parte explica de uma forma absolutamente compreensível os princípios básicos da física quântica e a filosofia ligada a esta nova ciência. Em seguida, uma viagem evocativa leva o leitor a descobrir como estas duas realidades aparentemente distantes podem interagir e influenciar-se mutuamente.
O hinduísmo, com os seus profundos princípios metafísicos, oferece um quadro que parece antecipar as descobertas da física quântica em muitos aspectos. O livro compara alguns dos principais temas do hinduísmo com as noções quânticas correspondentes.
Brahman representa a realidade última, um todo interligado que permeia tudo. Isto alinha-se com o conceito de emaranhamento quântico, em que as partículas podem permanecer ligadas independentemente da distância que as separa, e sugere que a separação ao nível fundamental pode ser apenas uma ilusão. Um dos Upanishads diz: "Tudo isto é Brahman", sublinhando a interconexão universal, e recorda o campo de Higgs, que dá massa e natureza ondulatória às partículas.
Atman, a alma individual que é uma manifestação de Brahman, pode ser vista através da lente da superposição quântica, na qual uma partícula existe em múltiplos estados simultaneamente. Isto reflecte a ideia de que a verdadeira essência do eu existe em múltiplos planos de realidade.
O conceito de Karma baseia-se na lei de causa e efeito, paralela à indeterminação de Heisenberg, em que a precisão de uma medida afecta a de outra. As acções no presente podem, portanto, influenciar os resultados futuros de formas nem sempre previsíveis.
Moksha, a libertação do ciclo de morte e renascimento, encontra um paralelo na decoerência quântica, o processo pelo qual um sistema quântico perde as suas propriedades quânticas. Esta transição representa a transformação da consciência de um estado para outro, análogo à busca da libertação espiritual.
O Dharma, ou o dever ético de cada um, reflecte-se nas correlações entre partículas, onde as interações influenciam o comportamento de um sistema complexo. Cada ação realizada de acordo com o Dharma pode ter efeitos a longo prazo; da mesma forma, as relações quânticas moldam o nosso universo.
É de salientar que este livro trata da filosofia hindu e não da religião hindu.
Esta distinção é particularmente relevante no contexto da física quântica. Enquanto a religião hindu lida com a devoção e a ordem cósmica estabelecida pelas divindades, a filosofia hindu oferece um quadro para a compreensão de uma realidade complexa, interligada e em constante mudança. Por exemplo, a ideia de Maya - a perceção ilusória do mundo material - tem paralelos com o princípio da incerteza na física quântica, segundo o qual não podemos saber simultaneamente com precisão a posição e a velocidade de uma partícula.
Por último, a religião é um caminho coletivo e ritual, enquanto a filosofia é um caminho mais individual e contemplativo. Ambas enriquecem o hinduísmo, mas com perspectivas e objectivos diferentes. Na religião, procura-se a união com o divino. Na filosofia, procura-se a compreensão do ser. As duas dimensões, portanto, coexistem, mas oferecem meios diferentes para explorar a mesma realidade. Como Swami Vivekananda disse ao Parlamento Mundial das Religiões em 1893: "O hinduísmo não é uma religião, mas uma riqueza infinita de experiência humana". Uma frase que resume na perfeição esta riqueza e complexidade.
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Product Details
ISBN-13:
9798314313190
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
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474
Carton Quantity:
16
Product Dimensions:
6.00 x 0.95 x 9.00 inches
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1.38 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Science | Physics - Quantum Theory
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A comparação entre as filosofias orientais e a física quântica revela analogias fascinantes que nos convidam a reconsiderar a nossa compreensão da realidade.
O objetivo do livro é explorar a surpreendente ligação entre as antigas tradições filosóficas do hinduísmo e os princípios da física quântica. Uma primeira parte explica de uma forma absolutamente compreensível os princípios básicos da física quântica e a filosofia ligada a esta nova ciência. Em seguida, uma viagem evocativa leva o leitor a descobrir como estas duas realidades aparentemente distantes podem interagir e influenciar-se mutuamente.
O hinduísmo, com os seus profundos princípios metafísicos, oferece um quadro que parece antecipar as descobertas da física quântica em muitos aspectos. O livro compara alguns dos principais temas do hinduísmo com as noções quânticas correspondentes.
Brahman representa a realidade última, um todo interligado que permeia tudo. Isto alinha-se com o conceito de emaranhamento quântico, em que as partículas podem permanecer ligadas independentemente da distância que as separa, e sugere que a separação ao nível fundamental pode ser apenas uma ilusão. Um dos Upanishads diz: "Tudo isto é Brahman", sublinhando a interconexão universal, e recorda o campo de Higgs, que dá massa e natureza ondulatória às partículas.
Atman, a alma individual que é uma manifestação de Brahman, pode ser vista através da lente da superposição quântica, na qual uma partícula existe em múltiplos estados simultaneamente. Isto reflecte a ideia de que a verdadeira essência do eu existe em múltiplos planos de realidade.
O conceito de Karma baseia-se na lei de causa e efeito, paralela à indeterminação de Heisenberg, em que a precisão de uma medida afecta a de outra. As acções no presente podem, portanto, influenciar os resultados futuros de formas nem sempre previsíveis.
Moksha, a libertação do ciclo de morte e renascimento, encontra um paralelo na decoerência quântica, o processo pelo qual um sistema quântico perde as suas propriedades quânticas. Esta transição representa a transformação da consciência de um estado para outro, análogo à busca da libertação espiritual.
O Dharma, ou o dever ético de cada um, reflecte-se nas correlações entre partículas, onde as interações influenciam o comportamento de um sistema complexo. Cada ação realizada de acordo com o Dharma pode ter efeitos a longo prazo; da mesma forma, as relações quânticas moldam o nosso universo.
É de salientar que este livro trata da filosofia hindu e não da religião hindu.
Esta distinção é particularmente relevante no contexto da física quântica. Enquanto a religião hindu lida com a devoção e a ordem cósmica estabelecida pelas divindades, a filosofia hindu oferece um quadro para a compreensão de uma realidade complexa, interligada e em constante mudança. Por exemplo, a ideia de Maya - a perceção ilusória do mundo material - tem paralelos com o princípio da incerteza na física quântica, segundo o qual não podemos saber simultaneamente com precisão a posição e a velocidade de uma partícula.
Por último, a religião é um caminho coletivo e ritual, enquanto a filosofia é um caminho mais individual e contemplativo. Ambas enriquecem o hinduísmo, mas com perspectivas e objectivos diferentes. Na religião, procura-se a união com o divino. Na filosofia, procura-se a compreensão do ser. As duas dimensões, portanto, coexistem, mas oferecem meios diferentes para explorar a mesma realidade. Como Swami Vivekananda disse ao Parlamento Mundial das Religiões em 1893: "O hinduísmo não é uma religião, mas uma riqueza infinita de experiência humana". Uma frase que resume na perfeição esta riqueza e complexidade.
O objetivo do livro é explorar a surpreendente ligação entre as antigas tradições filosóficas do hinduísmo e os princípios da física quântica. Uma primeira parte explica de uma forma absolutamente compreensível os princípios básicos da física quântica e a filosofia ligada a esta nova ciência. Em seguida, uma viagem evocativa leva o leitor a descobrir como estas duas realidades aparentemente distantes podem interagir e influenciar-se mutuamente.
O hinduísmo, com os seus profundos princípios metafísicos, oferece um quadro que parece antecipar as descobertas da física quântica em muitos aspectos. O livro compara alguns dos principais temas do hinduísmo com as noções quânticas correspondentes.
Brahman representa a realidade última, um todo interligado que permeia tudo. Isto alinha-se com o conceito de emaranhamento quântico, em que as partículas podem permanecer ligadas independentemente da distância que as separa, e sugere que a separação ao nível fundamental pode ser apenas uma ilusão. Um dos Upanishads diz: "Tudo isto é Brahman", sublinhando a interconexão universal, e recorda o campo de Higgs, que dá massa e natureza ondulatória às partículas.
Atman, a alma individual que é uma manifestação de Brahman, pode ser vista através da lente da superposição quântica, na qual uma partícula existe em múltiplos estados simultaneamente. Isto reflecte a ideia de que a verdadeira essência do eu existe em múltiplos planos de realidade.
O conceito de Karma baseia-se na lei de causa e efeito, paralela à indeterminação de Heisenberg, em que a precisão de uma medida afecta a de outra. As acções no presente podem, portanto, influenciar os resultados futuros de formas nem sempre previsíveis.
Moksha, a libertação do ciclo de morte e renascimento, encontra um paralelo na decoerência quântica, o processo pelo qual um sistema quântico perde as suas propriedades quânticas. Esta transição representa a transformação da consciência de um estado para outro, análogo à busca da libertação espiritual.
O Dharma, ou o dever ético de cada um, reflecte-se nas correlações entre partículas, onde as interações influenciam o comportamento de um sistema complexo. Cada ação realizada de acordo com o Dharma pode ter efeitos a longo prazo; da mesma forma, as relações quânticas moldam o nosso universo.
É de salientar que este livro trata da filosofia hindu e não da religião hindu.
Esta distinção é particularmente relevante no contexto da física quântica. Enquanto a religião hindu lida com a devoção e a ordem cósmica estabelecida pelas divindades, a filosofia hindu oferece um quadro para a compreensão de uma realidade complexa, interligada e em constante mudança. Por exemplo, a ideia de Maya - a perceção ilusória do mundo material - tem paralelos com o princípio da incerteza na física quântica, segundo o qual não podemos saber simultaneamente com precisão a posição e a velocidade de uma partícula.
Por último, a religião é um caminho coletivo e ritual, enquanto a filosofia é um caminho mais individual e contemplativo. Ambas enriquecem o hinduísmo, mas com perspectivas e objectivos diferentes. Na religião, procura-se a união com o divino. Na filosofia, procura-se a compreensão do ser. As duas dimensões, portanto, coexistem, mas oferecem meios diferentes para explorar a mesma realidade. Como Swami Vivekananda disse ao Parlamento Mundial das Religiões em 1893: "O hinduísmo não é uma religião, mas uma riqueza infinita de experiência humana". Uma frase que resume na perfeição esta riqueza e complexidade.
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