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Engenharia HolĂ­stica

AUTHOR Tomasi-Bensik, Patrizia
PUBLISHER Independently Published (11/13/2020)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
A primeira lembran a de f brica que tenho no colo de meu pai, ele me explicando para que serviam as esteiras vibrat rias que corriam por todo o teto da usina de a car da Fazenda Am lia, do ent o poderos ssimo grupo Matarazzo. Eu tinha pouco mais de dois anos.Fica f cil entender porque fui fazer engenharia. Fiz engenharia mec nica e n o via a rela o entre esta engenharia e aquela do meu pai. Fui fazer engenharia qu mica e ainda n o encontrava a rela o. Quando entendi a mec nica qu ntica, comecei a entender a engenharia de meu pai. Comecei a entender muitas outras coisas, tamb m.Entendi, por exemplo, que a engenharia tradicional era cartesiana, linear, especializada, enquanto a engenharia de meu pai contextualizava, integrava, generalizava. Meu pai trabalhou na Zanini e com um ano e meio de f brica era o papa da mec nica pesada. Da , roubado da Zanini pelo Matarazzo, foi fazer rayon. Aos 32 anos era diretor da f brica que empregava 8.000 funcion rios. Discutiu com o conde Matarazzo, porque n o abria m o de suas convic es e -de castigo- foi trabalhar na usina de a car da Fazenda Am lia. Em quatro meses, triplicou a produ o. Cansou-se do Matarazzo e foi trabalhar na Cimento Santa Rita, onde se tornou o papa do cimento. Meu pai era engenheiro mec nico e metalurgista, mas fazia rayon, a car, cimento. Al m disso, prestava consultoria em f bricas de vidro, de caf sol vel, sab o, papel e tantas outras. Sem d vida, ele era genial, mas mais que isso, ele pensava holisticamente. Meu pai foi o primeiro engenheiro holista que conheci.Com a mec nica qu ntica comecei a perceber que tudo existe gra as s inter-rela es e a estabilidade dos padr es destas que cria o mundo. Ou seja, n s somos resultado da estabilidade das inter-rela es dos padr es que nos formam. Somos f gado, rins, pulm es, c rebro. Enfim, uma s rie de rg os que -por sua vez- s o mol culas, tomos, part culas que se inter-relacionam de modo a formar um organismo. N s somos trilh es de organismos que se inter-relacionam regularmente. Mas como diria Heisenberg, somos muito mais que a soma de nossas partes. E era isso que eu queria viver, na minha engenharia.
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9798563968332
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
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Page Count: 196
Carton Quantity: 34
Product Dimensions: 6.00 x 0.51 x 9.00 inches
Weight: 0.82 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Business & Economics | Consulting
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
A primeira lembran a de f brica que tenho no colo de meu pai, ele me explicando para que serviam as esteiras vibrat rias que corriam por todo o teto da usina de a car da Fazenda Am lia, do ent o poderos ssimo grupo Matarazzo. Eu tinha pouco mais de dois anos.Fica f cil entender porque fui fazer engenharia. Fiz engenharia mec nica e n o via a rela o entre esta engenharia e aquela do meu pai. Fui fazer engenharia qu mica e ainda n o encontrava a rela o. Quando entendi a mec nica qu ntica, comecei a entender a engenharia de meu pai. Comecei a entender muitas outras coisas, tamb m.Entendi, por exemplo, que a engenharia tradicional era cartesiana, linear, especializada, enquanto a engenharia de meu pai contextualizava, integrava, generalizava. Meu pai trabalhou na Zanini e com um ano e meio de f brica era o papa da mec nica pesada. Da , roubado da Zanini pelo Matarazzo, foi fazer rayon. Aos 32 anos era diretor da f brica que empregava 8.000 funcion rios. Discutiu com o conde Matarazzo, porque n o abria m o de suas convic es e -de castigo- foi trabalhar na usina de a car da Fazenda Am lia. Em quatro meses, triplicou a produ o. Cansou-se do Matarazzo e foi trabalhar na Cimento Santa Rita, onde se tornou o papa do cimento. Meu pai era engenheiro mec nico e metalurgista, mas fazia rayon, a car, cimento. Al m disso, prestava consultoria em f bricas de vidro, de caf sol vel, sab o, papel e tantas outras. Sem d vida, ele era genial, mas mais que isso, ele pensava holisticamente. Meu pai foi o primeiro engenheiro holista que conheci.Com a mec nica qu ntica comecei a perceber que tudo existe gra as s inter-rela es e a estabilidade dos padr es destas que cria o mundo. Ou seja, n s somos resultado da estabilidade das inter-rela es dos padr es que nos formam. Somos f gado, rins, pulm es, c rebro. Enfim, uma s rie de rg os que -por sua vez- s o mol culas, tomos, part culas que se inter-relacionam de modo a formar um organismo. N s somos trilh es de organismos que se inter-relacionam regularmente. Mas como diria Heisenberg, somos muito mais que a soma de nossas partes. E era isso que eu queria viver, na minha engenharia.
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