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Medicina natural: Plantas medicinais Primeira parte
| AUTHOR | Gnzlez Gallego, Nelson Hernn |
| PUBLISHER | Independently Published (05/02/2020) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Ele chamado de plantas medicinais dessas plantas que podem ser utilizadas pe as inteiras ou espec ficas (folhas, flores, frutos, cascas, caules ou ra zes) para doen as tratar de humanos e animais. A a o terap utica (al vio ou melhora) devida a subst ncias qu micas chamadas ingredientes ativos . O uso de plantas na medicina tradicional remonta aos tempos pr -hist ricos, mas a ci ncia atual tornou poss vel identificar, isolar e produzir centenas de ingredientes ativos para a prepara o de medicamentos usados no tratamento de v rias doen as. No entanto, o uso tradicional de plantas medicinais ainda persiste, principalmente em sociedades menos industrializadas e com dificuldades no acesso a medicamentos. Assim, o A Organiza o Mundial da Sa de (OMS) coordena uma rede para incentivar o uso seguro e racional da medicina tradicional, porque, na maioria das vezes, nem todas as plantas medicinais s o geralmente ben ficas para o corpo, ou simplesmente o ingrediente ativo deve ser A planta medicinal geralmente preparada de diferentes maneiras; na medicina tradicional, s o usadas em infus es, cozidas, em cataplasmas ou em saladas para consumo direto. A tecnologia farmac utica permite a aplica o de certos extratos de plantas medicinais em apresenta es tipo c psula, O uso de rem dios base de plantas remonta aos tempos pr - hist ricos e foi uma das formas mais comuns de medicina, nas quais praticamente todas as culturas conhecidas t m evid ncias do uso medicinal de algumas plantas. Embora o uso de esp cies vegetais para fins terap uticos seja muito antigo, a princ pio estava ligado magia, cada popula o construiu suas cren as na tentativa de entender seu ambiente imediato, algumas culturas at hoje mant m essas cren as e A ci ncia chegou a explicar criticamente cada planta, cada extrato, cada f rmula, encontrando com precis o os princ pios ativos respons veis pela atividade biol gica. A ind stria farmac utica atual conta com o conhecimento cient fico moderno para a s ntese e elabora o de algumas mol culas farmacol gicas an logas s presentes em certas esp cies de plantas, e que muitas subst ncias derivadas fazem parte dos ingredientes ativos dos medicamentos modernos, como a famosa aspirina . Al m disso, o processo de verifica o cient fica ajudou a encontrar esse tipo de mol cula em v rias esp cies de plantas tradicionalmente usadas como plantas medicinais, explicando certas propriedades terap uticas delas, al m de descobrir compostos que podem servir de base para o desenvolvimento de novos medicamentos para diferentes aplica es. . Muitos dos medicamentos usados atualmente - como pio, quinina, aspirina ou digital - replicam ou isolam sinteticamente os ingredientes ativos das mesmas mol culas presentes nos rem dios tradicionais de plantas usados mesmo em tempos pr -hist ricos, mesmo sem o conhecimento de seus ingredientes ativos. . Sua origem persiste nas etimologias - como o cido salic lico, assim chamado porque extra do da casca do salgueiro ( Salix spp.) Ou digital, da planta de mesmo nome. O consumo de plantas medicinais vem aumentando nos ltimos anos em todo o mundo e seu uso frequente em combina o com medicamentos prescritos por m dicos. A cren a falsa generalizada de que os produtos feitos de plantas s o inofensivos e at vantajosos devido ao seu suposto car ter "natural", um racioc nio que n o muito compat vel com o fato de que seu efeito terap utico atribu do ao seu conte do em ingredientes ativos com atividade farmacol gica. . Essa percep o falsa baseia-se na tradi o de seu uso, em vez de estudos sistem ticos que avaliam sua seguran a, que geralmente n o existem. Sem esses estudos, apenas os riscos bvios, muito frequentes e de ocorr ncia imediata podem ser detectados. T xicos e venenos, como cicuta, cianeto, toxinas venenosas de cogumelos e veneno de escorpi
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9798642760277
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
396
Carton Quantity:
18
Product Dimensions:
5.98 x 0.88 x 9.02 inches
Weight:
1.28 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Reference | General
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
Ele chamado de plantas medicinais dessas plantas que podem ser utilizadas pe as inteiras ou espec ficas (folhas, flores, frutos, cascas, caules ou ra zes) para doen as tratar de humanos e animais. A a o terap utica (al vio ou melhora) devida a subst ncias qu micas chamadas ingredientes ativos . O uso de plantas na medicina tradicional remonta aos tempos pr -hist ricos, mas a ci ncia atual tornou poss vel identificar, isolar e produzir centenas de ingredientes ativos para a prepara o de medicamentos usados no tratamento de v rias doen as. No entanto, o uso tradicional de plantas medicinais ainda persiste, principalmente em sociedades menos industrializadas e com dificuldades no acesso a medicamentos. Assim, o A Organiza o Mundial da Sa de (OMS) coordena uma rede para incentivar o uso seguro e racional da medicina tradicional, porque, na maioria das vezes, nem todas as plantas medicinais s o geralmente ben ficas para o corpo, ou simplesmente o ingrediente ativo deve ser A planta medicinal geralmente preparada de diferentes maneiras; na medicina tradicional, s o usadas em infus es, cozidas, em cataplasmas ou em saladas para consumo direto. A tecnologia farmac utica permite a aplica o de certos extratos de plantas medicinais em apresenta es tipo c psula, O uso de rem dios base de plantas remonta aos tempos pr - hist ricos e foi uma das formas mais comuns de medicina, nas quais praticamente todas as culturas conhecidas t m evid ncias do uso medicinal de algumas plantas. Embora o uso de esp cies vegetais para fins terap uticos seja muito antigo, a princ pio estava ligado magia, cada popula o construiu suas cren as na tentativa de entender seu ambiente imediato, algumas culturas at hoje mant m essas cren as e A ci ncia chegou a explicar criticamente cada planta, cada extrato, cada f rmula, encontrando com precis o os princ pios ativos respons veis pela atividade biol gica. A ind stria farmac utica atual conta com o conhecimento cient fico moderno para a s ntese e elabora o de algumas mol culas farmacol gicas an logas s presentes em certas esp cies de plantas, e que muitas subst ncias derivadas fazem parte dos ingredientes ativos dos medicamentos modernos, como a famosa aspirina . Al m disso, o processo de verifica o cient fica ajudou a encontrar esse tipo de mol cula em v rias esp cies de plantas tradicionalmente usadas como plantas medicinais, explicando certas propriedades terap uticas delas, al m de descobrir compostos que podem servir de base para o desenvolvimento de novos medicamentos para diferentes aplica es. . Muitos dos medicamentos usados atualmente - como pio, quinina, aspirina ou digital - replicam ou isolam sinteticamente os ingredientes ativos das mesmas mol culas presentes nos rem dios tradicionais de plantas usados mesmo em tempos pr -hist ricos, mesmo sem o conhecimento de seus ingredientes ativos. . Sua origem persiste nas etimologias - como o cido salic lico, assim chamado porque extra do da casca do salgueiro ( Salix spp.) Ou digital, da planta de mesmo nome. O consumo de plantas medicinais vem aumentando nos ltimos anos em todo o mundo e seu uso frequente em combina o com medicamentos prescritos por m dicos. A cren a falsa generalizada de que os produtos feitos de plantas s o inofensivos e at vantajosos devido ao seu suposto car ter "natural", um racioc nio que n o muito compat vel com o fato de que seu efeito terap utico atribu do ao seu conte do em ingredientes ativos com atividade farmacol gica. . Essa percep o falsa baseia-se na tradi o de seu uso, em vez de estudos sistem ticos que avaliam sua seguran a, que geralmente n o existem. Sem esses estudos, apenas os riscos bvios, muito frequentes e de ocorr ncia imediata podem ser detectados. T xicos e venenos, como cicuta, cianeto, toxinas venenosas de cogumelos e veneno de escorpi
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