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Velejar na pandemia: As aventuras de quem regressa a casa

PUBLISHER Independently Published (11/20/2021)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
Apesar de no ser um feito nutico equiparvel ao dos nossos descobridores, atendendo  pandemia vivida nos ltimos tempos onde tudo se tornou imprevisvel e impossvel, atravessar meio mundo num veleiro (quando mal se sabe velejar) para regressar a casa - Portugal - pode despertar a ateno.
Em janeiro de 2020 viajei at  Nova Zelndia para realizar o desejo de trabalhar e atravessar at s ilhas do Pacfico e
em maro juntei-me a uma famlia Neo-Zelandesa cujo plano era o de velejar at s Fiji, o que me deixava a caminho do meu destino.
Enquanto navegvamos pela ilha Norte, dias antes do confinamento, fizemos uma paragem numa marina. Aqui deparei-me com um veleiro diferente de todos aqueles que h tinha visto. O meu sexto sentido anunciou que no era a ltima vez que navegvamos as mesmas guas.
Em junho de 2020, aps um confinamento e o encerramento total do pas e das fronteiras das ilhas do Pacfico, era bastante difcil arranjar trabalho na Nova Zelndia -a prioridade era dada aos nacionais - e o risco de ser apanhada numa segunda vaga de COVID-19 em pases de sistema de sade precria levaram-me a tomar uma deciso radical:
Decidi tornar estas incertezas e notcias menos auspiciosas em ventos de popa. "Bom seria regressar a casa atravessando oceanos e criando uma nova aventura", pensei.

A forma mais eficaz de tornar este sonho (muito improvvel) real foi atravs de uma publicao numa pgina do Facebook
Em menos de um dia, fui contactada por um Capito de um veleiro de 14 metros, o Destination que tambm desistiu do sonho de rumar at  Antrtida, para voltar  Europa. Obra do destino, era exatamente o Capito do mesmo barco que quatro meses antes tinha visto em Tauranga.
Um encontro para um caf para me colocar a par de todos os detalhes e paragens - Austrlia, Ilha da Reunio, Africa do Sul, Ilha de Santa Helena, Lanzarote, Aores e finalmente Sucia - desta viagem, foram suficientes para me convencer a saltar a bordo.
A viagem de 18000 milhas foi planeada com poucas paragens e todas elas estratgicas, com previso de durao de quatro meses.
Acredito que esta epopeia possa inspirar a tirar o melhor partido de todas as situaes. Confio que se consegue manter a esperana que bons ventos sopram a quem decide sair da sua zona de conforto, a quem se decide a arriscar e ir atrs dos seus sonhos e instintos, mesmo em tempos de pandemia!

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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9798770332377
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
More Product Details
Page Count: 196
Carton Quantity: 36
Product Dimensions: 5.25 x 0.45 x 8.00 inches
Weight: 0.50 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Biography & Autobiography | Adventurers & Explorers
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
Apesar de no ser um feito nutico equiparvel ao dos nossos descobridores, atendendo  pandemia vivida nos ltimos tempos onde tudo se tornou imprevisvel e impossvel, atravessar meio mundo num veleiro (quando mal se sabe velejar) para regressar a casa - Portugal - pode despertar a ateno.
Em janeiro de 2020 viajei at  Nova Zelndia para realizar o desejo de trabalhar e atravessar at s ilhas do Pacfico e
em maro juntei-me a uma famlia Neo-Zelandesa cujo plano era o de velejar at s Fiji, o que me deixava a caminho do meu destino.
Enquanto navegvamos pela ilha Norte, dias antes do confinamento, fizemos uma paragem numa marina. Aqui deparei-me com um veleiro diferente de todos aqueles que h tinha visto. O meu sexto sentido anunciou que no era a ltima vez que navegvamos as mesmas guas.
Em junho de 2020, aps um confinamento e o encerramento total do pas e das fronteiras das ilhas do Pacfico, era bastante difcil arranjar trabalho na Nova Zelndia -a prioridade era dada aos nacionais - e o risco de ser apanhada numa segunda vaga de COVID-19 em pases de sistema de sade precria levaram-me a tomar uma deciso radical:
Decidi tornar estas incertezas e notcias menos auspiciosas em ventos de popa. "Bom seria regressar a casa atravessando oceanos e criando uma nova aventura", pensei.

A forma mais eficaz de tornar este sonho (muito improvvel) real foi atravs de uma publicao numa pgina do Facebook
Em menos de um dia, fui contactada por um Capito de um veleiro de 14 metros, o Destination que tambm desistiu do sonho de rumar at  Antrtida, para voltar  Europa. Obra do destino, era exatamente o Capito do mesmo barco que quatro meses antes tinha visto em Tauranga.
Um encontro para um caf para me colocar a par de todos os detalhes e paragens - Austrlia, Ilha da Reunio, Africa do Sul, Ilha de Santa Helena, Lanzarote, Aores e finalmente Sucia - desta viagem, foram suficientes para me convencer a saltar a bordo.
A viagem de 18000 milhas foi planeada com poucas paragens e todas elas estratgicas, com previso de durao de quatro meses.
Acredito que esta epopeia possa inspirar a tirar o melhor partido de todas as situaes. Confio que se consegue manter a esperana que bons ventos sopram a quem decide sair da sua zona de conforto, a quem se decide a arriscar e ir atrs dos seus sonhos e instintos, mesmo em tempos de pandemia!

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