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Quem so trabalha nao tem tempo para ganhar dinheiro

AUTHOR Da Costa, Cleberson Eduardo
PUBLISHER Createspace Independent Publishing Platform (03/12/2014)
PRODUCT TYPE Paperback (Paperback)

Description
(EDIO REVISTA E AMPLIADA) - "Quem s trabalha est longe de alcanar a prosperidade"; de ganhar dinheiro. "Quem s trabalha no tem tempo para pensar" "formas de se poder prosperar" e, somente trabalhando:1-Corre o risco de ficar doente;2-Fica alienado na especfica funo que exerce, perdendo o conhecimento do todo;3-No tem tempo para o lazer;4-No tem tempo para a famlia;5-No tem tempo para a vida social;6-No tem tempo para praticar esportes;7-No tem tempo para viver um grande amor;8-No tem tempo para se aprimorar;9-No tem tempo para cuidar de si.Em outras palavras, "Quem somente trabalha, trabalha, na verdade, contra si mesmo; trabalha, ainda que inconscientemente, na contramo da prosperidade", porque se tornou um "escravo assalariado do capital". E pior: pensando que  ou, mesmo, est livre, completamente livre. No se est aqui, todavia, fazendo-se apologia  preguia, mesmo porque "Quem s trabalha , na verdade, tambm um tremendo preguioso".Preguioso? Como assim? Pergunta-me o leitor. Reafirmo: Isso a... Quem somente trabalha , na verdade, um preguioso que tem um trabalho.No compreendeu? Explico-me: "Quem s trabalha confunde "atividade" com "produtividade"..."Atividade vem de movimento; produtividade de crescimento e/ou aumento. Isto , nem sempre quem est em movimento est tambm em produtividade, assim como existem pessoas que esto produzindo sem estarem diretamente em movimento.II O livro, por esta via, se propor a, partindo-se de um histrico sobre as mudanas relativas ao sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade mdia, moderna e contempornea), demonstrar tambm que, mesmo no alvorecer do sculo XXI, os diferentes homens, na condio de proletrios das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou esto sendo transformados, de forma autoconsentida, em virtude da internalizao em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocrticos do capitalismo: A-"Em escravos assalariados do capital"; B-Em seres irracionais, por meio da cauterizao em suas mentes, de duas grandes iluses: 1-A primeira, internalizando-se a ideia de que o labor e/ou o trabalho dito assalariado, no qual se tem um patro,  no somente o nico dito vlido e/ou tico, mas tambm o dito nico que realmente "dignifica o homem" (e no tambm aqueles advindos do exerccio e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, de investir, etc.); 2- A segunda, pautada na ideia de que "somente trabalhando e, trabalhando-se muito,  que se consegue sair da condio de pobreza e/ou de excluso social". De forma didtica, demonstraremos que, na prtica, essas so duas grandes mentiras contadas pelos donos do capital para poderem continuar, como fazem h sculos, explorando a classe trabalhadora, ou seja, transformando homens em seres irracionais, escravos do trabalho, visando-se manter o "status quo da excluso" em escala planetria. Todavia, no ficamos somente na crtica, ou seja, apresentamos alternativas para a superao dessa condio de excluso social, objetivando, todavia, fazer com que o excludo e/ou escravo assalariado do capital ps-moderno possa deixar de s-lo, mas, sem, nesse mesmo caminho, querer se tornar tambm um escravocrata contemporneo.
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Product Format
Product Details
ISBN-13: 9781497322677
ISBN-10: 1497322677
Binding: Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language: Portuguese
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Page Count: 118
Carton Quantity: 68
Product Dimensions: 6.00 x 0.25 x 9.00 inches
Weight: 0.37 pound(s)
Country of Origin: US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Finance
Descriptions, Reviews, Etc.
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(EDIO REVISTA E AMPLIADA) - "Quem s trabalha est longe de alcanar a prosperidade"; de ganhar dinheiro. "Quem s trabalha no tem tempo para pensar" "formas de se poder prosperar" e, somente trabalhando:1-Corre o risco de ficar doente;2-Fica alienado na especfica funo que exerce, perdendo o conhecimento do todo;3-No tem tempo para o lazer;4-No tem tempo para a famlia;5-No tem tempo para a vida social;6-No tem tempo para praticar esportes;7-No tem tempo para viver um grande amor;8-No tem tempo para se aprimorar;9-No tem tempo para cuidar de si.Em outras palavras, "Quem somente trabalha, trabalha, na verdade, contra si mesmo; trabalha, ainda que inconscientemente, na contramo da prosperidade", porque se tornou um "escravo assalariado do capital". E pior: pensando que  ou, mesmo, est livre, completamente livre. No se est aqui, todavia, fazendo-se apologia  preguia, mesmo porque "Quem s trabalha , na verdade, tambm um tremendo preguioso".Preguioso? Como assim? Pergunta-me o leitor. Reafirmo: Isso a... Quem somente trabalha , na verdade, um preguioso que tem um trabalho.No compreendeu? Explico-me: "Quem s trabalha confunde "atividade" com "produtividade"..."Atividade vem de movimento; produtividade de crescimento e/ou aumento. Isto , nem sempre quem est em movimento est tambm em produtividade, assim como existem pessoas que esto produzindo sem estarem diretamente em movimento.II O livro, por esta via, se propor a, partindo-se de um histrico sobre as mudanas relativas ao sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade mdia, moderna e contempornea), demonstrar tambm que, mesmo no alvorecer do sculo XXI, os diferentes homens, na condio de proletrios das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou esto sendo transformados, de forma autoconsentida, em virtude da internalizao em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocrticos do capitalismo: A-"Em escravos assalariados do capital"; B-Em seres irracionais, por meio da cauterizao em suas mentes, de duas grandes iluses: 1-A primeira, internalizando-se a ideia de que o labor e/ou o trabalho dito assalariado, no qual se tem um patro,  no somente o nico dito vlido e/ou tico, mas tambm o dito nico que realmente "dignifica o homem" (e no tambm aqueles advindos do exerccio e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, de investir, etc.); 2- A segunda, pautada na ideia de que "somente trabalhando e, trabalhando-se muito,  que se consegue sair da condio de pobreza e/ou de excluso social". De forma didtica, demonstraremos que, na prtica, essas so duas grandes mentiras contadas pelos donos do capital para poderem continuar, como fazem h sculos, explorando a classe trabalhadora, ou seja, transformando homens em seres irracionais, escravos do trabalho, visando-se manter o "status quo da excluso" em escala planetria. Todavia, no ficamos somente na crtica, ou seja, apresentamos alternativas para a superao dessa condio de excluso social, objetivando, todavia, fazer com que o excludo e/ou escravo assalariado do capital ps-moderno possa deixar de s-lo, mas, sem, nesse mesmo caminho, querer se tornar tambm um escravocrata contemporneo.
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