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sociedade corrompida: transgressao & arte racional da dissimulacao
| AUTHOR | Da Costa, Cleberson Eduardo |
| PUBLISHER | Createspace Independent Publishing Platform (09/23/2012) |
| PRODUCT TYPE | Paperback (Paperback) |
Description
Nas sociedades capitalistas contempor neas, por exemplo, fala-se em intelig ncia emocional, como se as emo es, assim como tantas outras capacidades e compet ncias, pudessem estar a servi o da raz o, isto , serem utilizadas, pela intelig ncia, como mais um mecanismo de poder. As rela es de afeto, nessas sociedades, se tornaram de interesse, mercadol gicas, objetos de consumo, assim como dissimuladas, hip critas e insens veis de fato. Autores como Gardner, por exemplo, no fim do s culo XX, trouxeram quest es do tipo "se h emo o na intelig ncia ou, ao contr rio, se h intelig ncia na emo o". Para essas sociedades, todavia, n o h um questionamento substancial quanto ao imperativo da raz o, isto , muito pelo contr rio, em nome da sustentabilidade desse imperativo, pode e deve-se inclusive se utilizar da emo o. Em outras palavras, para os escravocratas p s-modernos, para todas as tiranias coercitivas, para todos os mecanismos de controle do Estado capitalista, as emo es podem e devem estar a servi o da raz o, j que, para essas sociedades, frise-se: n o h raz o na emo o; n o h raz o no mundo sens vel, mas apenas paix es, loucuras e insanidades.
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Product Format
Product Details
ISBN-13:
9781479375455
ISBN-10:
1479375454
Binding:
Paperback or Softback (Trade Paperback (Us))
Content Language:
Portuguese
More Product Details
Page Count:
132
Carton Quantity:
60
Product Dimensions:
6.00 x 0.28 x 9.00 inches
Weight:
0.41 pound(s)
Country of Origin:
US
Subject Information
BISAC Categories
Education | Philosophy, Theory & Social Aspects
Descriptions, Reviews, Etc.
publisher marketing
Nas sociedades capitalistas contempor neas, por exemplo, fala-se em intelig ncia emocional, como se as emo es, assim como tantas outras capacidades e compet ncias, pudessem estar a servi o da raz o, isto , serem utilizadas, pela intelig ncia, como mais um mecanismo de poder. As rela es de afeto, nessas sociedades, se tornaram de interesse, mercadol gicas, objetos de consumo, assim como dissimuladas, hip critas e insens veis de fato. Autores como Gardner, por exemplo, no fim do s culo XX, trouxeram quest es do tipo "se h emo o na intelig ncia ou, ao contr rio, se h intelig ncia na emo o". Para essas sociedades, todavia, n o h um questionamento substancial quanto ao imperativo da raz o, isto , muito pelo contr rio, em nome da sustentabilidade desse imperativo, pode e deve-se inclusive se utilizar da emo o. Em outras palavras, para os escravocratas p s-modernos, para todas as tiranias coercitivas, para todos os mecanismos de controle do Estado capitalista, as emo es podem e devem estar a servi o da raz o, j que, para essas sociedades, frise-se: n o h raz o na emo o; n o h raz o no mundo sens vel, mas apenas paix es, loucuras e insanidades.
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